RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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MALHEIRO DIAS. (Carlos) DO DESAFIO À DEBANDA. I O PESADELO. II CHÈQUE AO REI...

Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & Cia. Lisboa. 1912.

2 volumes. De 19x11 cm. Com 331 e 384 pags. Brochados.

'Carlos Malheiro Dias, também grafado como Carlos Dias (Porto, 13 de Agosto de 1875 — Lisboa, 19 de Outubro de 1941), foi um jornalista, cronista, romancista, contista, político e historiador português. Além de ter sido director da revista Ilustração Portuguesa, foi também um dos fundadores da Academia Portuguesa de História que mais tarde daria origem à Academia Real de História Portuguesa. Portuense de nascimento, Carlos Malheiro Dias estudou no Liceu de Lamego e nas Universidades de Coimbra, onde apenas iniciou o Curso de Direito, e de Lisboa, em que concluiu a licenciatura do Curso Superior de Letras. Filho de pai português e mãe brasileira, repartirá entre os dois países a sua vocação literária. Veio para o Brasil em 1893, iniciando a sua vida literária colaborando em jornais. Sua primeira publicação, o romance naturalista A Mulata, 1896, sobre o baixo mundo do Rio de Janeiro, cuja personagem principal é uma prostituta, foi recebido violentamente pela crítica, pois foi considerado um insulto para a época. Alguns o adjetivaram de livro infame e enxurrada de lama. Com a reação desfavorável, o autor voltou para Portugal, onde ingressou na política. Foi monarquista militante e com o advento da República Portuguesa (1910), exilou-se voluntariamente no Brasil, onde viveu até 1935. Fundou e dirigiu a famosa revista carioca O Cruzeiro. Quando do seu retorno, em 1910, a comunidade portuguesa do Rio ofereceu-lhe na Confeitaria Colombo, um jantar de homenagem e de desagravo pelas hostilidades ocorridas quando da publicação do seu primeiro e polêmico romance. Compareceram políticos, escritores e e representantes da classe conservadora, todos vaiados por um grupo de jornalistas, poetas e jovens intelectuais na entrada do restaurante, incluíndo Rui Barbosa. Abandonou posteriormente a ficção e passou para a historiografia e temas cívicos e políticos. Escreveu a monumental História da Colonização Portuguesa do Brasil, 1921, que dirigiu com reconhecida maestria, em que confluíram o realismo historicista e o neo-romantismo nacionalista. Deputado entre 1897 e 1910, foi membro-correspondente da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo a Eça de Queiroz. É considerado um dos maiores e mais talentosos escritores portugueses da geração seguinte do autor de O primo Basílio. Foi romancista, contista e cronista'.

Referência: 0909NM046
Local: SACO REACTIV5


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