RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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MELLO DE CASTRO. (Julio de) HISTORIA PANEGYRICA DA VIDA DE DINIS DE MELLO DE CASTRO,

PRIMEYRO CONDE DAS GALVEAS. Do Conselho de Estado e Guerra dos Serenissimos Reys D. Pedro I. e D. João V. ESCRITA POR… Seu Sobrinho. Offerecida a Elrey Nosso Senhor D. JOAM V. LISBOA, Na Officina de ANTONIO DUARTE PIMENTA. Anno M. DCC. XLIV. (1744) De 19x14 cm. Com XL-438 pags. Encadernação da época inteira de pele com rotulo vermelho e nervos na lombada. Ilustrado com um anterrosto gravado reprentando o escudo de armas da casa real portuguesa enquadrado numa tarja e uma gravura de com o retrato de meio corpo de D. Dinis de Melo em uma oval sobre o seu escudo de armas. Esta obra trata das batalhas da restauração da independência incluindo as campanhas de D. João de Áustria em Portugal. Rosto impressos a duas cores. Exemplar com ex libris dos Agostinhos descalços do Mont-Olivet. e do Paço de S. Cipriano. Inocêncio V, 162. “um dos primeiros cincoenta academicos da Academia Real de Historia Portugueza, e o primeiro que faleceu logo no anno seguinte ao da organisação d"aquelle corpo. - M. a 17 de Fevereiro de 1721, contando 63 annos de idade. Tinha nascido em Goa, no tempo em que seu pae Antonio de Mello e Castro governava aquelles estados. - E. 5068) Historia panegyrica da vida de Diniz de Mello, primeiro conde das Galvêas do conselho de estado e guerra dos reis D. Pedro II e D. João V. Lisboa, por José Manescal 1721. fol. de XLII-498 pag., com o retrato de Diniz de Mello. - E segunda vez impressa, ibi, na Offic. de Antonio Duarte Pimenta 1744 (e não 1745 como se lê na Bibl. de Barbosa) 4.º de XL-438 pag. – Sahiu terceira vez, á custa de Luis de Moraes e Castro, ibi, 1752. 4.º. «Esta Vida (diz o P. Francisco José Freire, nas suas Reflexões sobre a lingua portugueza, parte 1.ª) é um arremedo da que nos deixou Jacinto Freire de Andrade. Tem polimento e pureza de phrase, mas commummente revestida de tanta pompa de palavras, que quem ler este escriptor logo o ha de julgar por poeta; porque conceitua a cada passo, como homem arrebatado de enthusiasmo. Porém isto mais pertence ao estylo do que á simples locução.» D. Thomás Caetano de Bem qualifica Julio de Mello de «auctor de elocução purissima, e um dos que podem servir de mestres da língua portugueza». E comtudo, o collector do Catalogo chamado da Academia recusou-lhe”

Referência: 1109CS001
Local: M-4-D-26


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