RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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NIEUHOFF. (J.) LEGATIO BATAVICA AD Magnum Tartaria Chamum SUNGTEIUM, Modernum Sinae Imperatorem.

HISTORIARUM NARRATIONE, QUAE Legatis in Provinciis Quantung, Kiangsi, Nanking, Xantung, Peking, & Aula Imperatoriâ ab Anno 1655 ad annum 1657 obtigerunt, ut & árdua Sinensium in bello Tartarico fortunâ, Provinciarum accurata Georaphia, urbium delineatione, NEC NON Artis & Natura miraculis ex Animalium, Vegetabilium, Mineralium genere per centum & quinquaginta aneas figuras passim illustrata & conscripta vernacule PER JOANNEM NIEUHOVIUM, Primum Legationis Aulae magistrum, jam Coylana Prafectum. LATINITATE DONATA Per Clarissimum Virum GEORGIUM HORNIUM, Historiarum in celeberrrimâ Lug. Batv. Acad. Prof. AMSTELODAMI, Apud Jacobum Meursium, MDC LXVIII. [1668]

In fólio de 31,5x20 cm. Com [x], 184, 172, [viii] pags.

Encadernação da época inteira de pele com nervos e ferros a ouro na lombada; cansada nos cantos, nas charneiras e nas coifas.

Ilustrado com 1 frontispício gravado, 1 retrato do autor, (1 mapa desdobrável da China), 35 gravuras (33 são desdobráveis e 2 de página dupla), 1 vinheta gravada na folha de rosto e 109 gravuras no texto.

Exemplar com leves manchas marginais de humidade.

O mapa desdobrável da China não pertence a esta edição que foi publicada originalmente sem o mesmo. Este mapa é proveniente de uma edição holandesa posterior e foi acrescentado ao exemplar para o valorizar.

Obra especialmente importante por conter algumas das primeiras ilustrações com vistas das principais cidades das China.

Primeira edição latina publicada no século xvii, época em que o latim era ainda a língua fundamental das universidades e dos meios intelectuais, foi traduzida do holandês por George Horn, professor na Universidade de Leyden.  A esta edição foi acrescentada uma gravura da cidade de Paolinx que não consta na primeira edição holandesa de 1665. Em 1667 e 1669 publicaram-se as versões francesa e inglesa.

Nieuhof (1618-1672) foi um dos homens mais viajados do século XVII. Nascido em Westphalia, viveu nove anos (1640-1649) no Brasil e também visitou a Índia, Sri Lanka, Indonésia e em partes da África. Serviu como secretário na missão 1655-1657 holandesa enviada de Cantão a Pequim para garantir um acordo comercial com o imperador chinês, Shunzhi. Iniciou a sua carreira como agente da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais e, mais tarde emissário da rica e poderosa Companhia das Índias Orientais. Foi morto por membros da tribo malgaxes enquanto investigava oportunidades comerciais em Madagáscar. Em termos comerciais a missão à China não foi um sucesso. Em vez da troca rápida de bens que esperavam, os embaixadores holandeses apenas obtiveram permissão para enviar quatro navios mercantes, uma vez a cada oito anos. Ainda assim, a obra de Nieuhof descreve as maravilhas que podiam ser vistas na China, excitado a imaginação dos leitores em toda a Europa. Grande parte das informações em seu texto foram plagiadas dos escritos anteriores feitos por missionários jesuítas, como Nicholas Trigault, Martini Martino e Álvaro Semedo, mas o que distingue o livro Nieuhof é a sua grande riqueza de ilustrações efetuadas com base nos desenhos que ele próprio fez a aguarela durante a viagem.

 Illustrated with engraved title, portrait of the author, (folding map of China), 33 folding and 2 double-page plates, 109 engraved text-illustrations, engraved device to title, engraved and woodcut initials, woodcut tailpieces,

Binding: full contemporary calf, red label gilt on top of spine; worn out on covers, turns-in, and top corners of spine.

Occasional very light marginal dampstain on text.

The folding map of China does not belong to this latin edition which was originally published without it. This map is from a later Dutch edition and was added to the copy.

First latin edition, containing the plate of "Paolinx" not found in the first Dutch edition of 1665. A French translation appeared in 1667 and an English version in 1669. The edition in Latin made in the seventeenth century still a vital language understood by a majority of scholars, it was translated from the Dutch by George Horn, a professor at Leyden University.

Initially an agent for the Dutch West India Company and later and emissary for the richer and powerful East India Company, Jan (or, in Latinised form, Johannes) Nieuhof (1618-1672) was among the most travelled men of the seventeenth century. Born in Westphalia, he lived for nine years (1640-1649) in Brazil and also visited India, Sri Lanka, Indonesia and parts of Africa. He served as secretary on the 1655-1657 Dutch mission from Canton to Beijing to secure a trading agreement with the Chinese emperor, Shunzhi. He was killed by Malagasy tribesmen while investigating commercial opportunities in Madagascar. In mercantile terms, the Chinese mission was not a resounding success. Instead of the brisk exchange of goods they hoped for, the Dutch ambassadors merely obtained permission to send four trading ships once every eight years. Still, Nieuhof’s account of the wonders to be seen in China excited the imaginations of readers throughout Europe. Much of the information in his text was cribbed from earlier writings by Jesuit missionaries, such as Nicholas Trigault, Martino Martini and Alvaro Semedo, but what distinguished Nieuhof’s book was its wealth of illustrations (thirty-five plates, one hundred and eight text-engravings and a folding map), based on the acutely observed drawings he made during the journey. The first Dutch edition was published in 1665.

Cordier Sinica 2346-7; Löwendahl I, 137.

 

Referência: 1206CS007
Local: M-11-A-16


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