RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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LAS CASAS. (Bartolomeu de) REGIONVM INDICARUM PER Hispanos olim devastarum accuratissima descriptio,

infertis Figuris aeneis ad vivum fabrefactis, Authore BARTHOLOMEAO de las CASAS Episcopo Hispano. Editio nova Priori longè correctior. HEIDELBERGAE, Typis GVILIELMI VVALTERI Acd. Typogr. A. S. MDCLXIV. [1664].

In 4.º De 21x18 cm. Com [iv], 112 pags. Ilustrado com um magnífico frontispício gravado e 17 gravuras no texto.

Cartonagem original da época. Lombada com rasgo entre a costura inferior e a costura central dos cadernos, sem perda de papel e com rótulo em papel com título manuscrito. Leves vestígios de trabalho de traça nas folhas de guarda, coladas na cartonagem.

Exemplar por aparar. Apresenta alguns cadernos com acidez própria do papel e leves restauros profissionais entre as págs. 34 e 62, marginais, afectando levemente a mancha gráfica nas págs. 44, 45, 46, 52, 56 e 60. Leves picos marginais sem restauro no pé das últimas três folhas, sem afectar a mancha gráfica.

Terceira edição latina da obra, a primeira foi publicada em 1598. A edição original foi escrita em castelhano e impressa em Sevilha no ano de 1552. «Este é um dos livros mais terríveis já escritos, e uma das obras mais ousadas saídas da prensa. Breve relato das crueldades dos espanhóis em cada uma das colônias, incluindo Jamaica, Trinidad, Florida, Rio de la Plata e Peru.»

Obra fundamental para a história da colonização hispânica da América. O bispo de Sevilha, Las Casas, foi o primeiro autor a relatar as chacinas dos conquistadores e a defender os direitos dos índios americanos, fundando o conceito a que atualmente chamamos direitos humanos.

Estas edições são importantes porque ao contrário das edições originais em espanhol, são ilustradas, com as ilustrações focadas quase sempre na atitude esclavagista e torturadora das potências ibéricas, sendo a edição em latim talvez a mais importante, por ser mais globalmente aceite.

No século XVII esta obra foi muito divulgada e publicada em várias linguas em países da Europa Central, que não descobrindo a América tinham os seus próprios interesses colonizadores, e se serviram desta obra como propaganda, para denegrir a imagem da presença das nações ibéricas como colonizadoras da América, como que legitimando a sua própria intervenção.

 In 4.º (21x18 cm). [iv], 112 pags.

Original cardboard binding. Spine with tear, without loss of paper, between the lower and central seam of the quires, and with a label on paper with manuscript title. Slight traces of moth-work on guard sheets, glued to the cardboard.

Untrimmed copy. It presents some quires with acidity proper from the quality of the paper and slight professional restorations between the pages 34 and 62, marginal, slightly affecting the text on pages 44, 45, 46, 52, 56 and 60. Light marginal unrestored holes in the foot of the last three leaves, without affecting the graphic spot.

Third Latin edition of this work. The first Spanish edition of «Brevísima relación de la destrucción de las Indias» was published in 1552. «This is one of the most gruesome books ever written, and one of the boldest works that ever issued from the press. It gives a short account of the cruelties of the Spaniards in each of the colonies, including Jamaica, Trinidad, Florida, Rio de la Plata and Peru.»

Fundamental work in the history of the Spanish colonization of America. The Bishop of Seville, Las Casas, was the first author to report the slaughters and massacres performed by the conquistadors and to defend the rights of American Indians, founding the concept that today we call human rights.

These seventeenth century editions are important because, unlike the original editions in Spanish, they are illustrated, almost always focused on the slavish and torturing attitude of the Iberian powers, the Latin edition being perhaps the most important because it is more widely accepted.

At that time this work was widely disseminated and published in several languages in Central European countries, which did not discover America, but had their own colonizing interests, and used this as propaganda, to downgrade the image of the presence of the Iberian nations as colonizers of America, thus trying to legitimize their own intervention.

Sabin 11285. Palau 1990, II. 83.

Referência: 1211CS021
Local: M-9-B-37


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