RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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VITERBO. (Fr. Joaquim de Santa Rosa de) DICCIONARIO PORTATIL DAS PALAVRAS, TERMOS E FRASES,

que em Portugal antigamente de usárão, e que hoje regularmente se ignorão: resumido, correcto e addicionado pelo mesmo auctor do Elucidario, a beneficio da literatura portugueza. Coimbra, na Real Imprensa da Universidade. 1825.

1 volume. In 4º (de 21x15 cm) com 163 pags.

Encadernação do séc xx inteira de pele mosqueada ao gosto da época.

Exemplar 2 ex-libris encontrando-se um sobre a folha de rosto e vestígios de humidade à cabeça das folhas.

Inocêncio III, 38 e IV, 152: " Fr. Joaquim de Sancta Rosa de Viterbo, Franciscano da província da Conceição, Pregador na sua Ordem, Cronista da Província, Notário apostólico, Correspondente da Academia Real das Ciências de Lisboa, etc. Nasceu na povoação de Gradiz, bispado de Viseu, conselho de Aguiar da Beira, em 1744. Aprendida a língua latina, tomou o hábito religioso, professando a regra de S. Francisco em 1760. Era dotado de rara memória, e levava a maior parte do seu tempo a ler e escrever. Com quanto se aplicasse a diversas matérias científicas, parece contudo que a sua paixão predominante era o estudo da história e antiguidades, particularmente das do nosso país, e nele se tornou tão versado como bem se deixa ver dos seus escritos. Viajou por diversas partes do reino, para indagar inscrições e monumentos romanos, góticos e mouriscos, esquadrinhando as livrarias e arquivos públicos e particulares, para o que estava munido de uma ordem régia. As cópias de manuscritos antigos tirados por ele ficavam valendo como originais, em virtude de privilégio real que assim o mandava: por isso vários sujeitos o encarregaram de pôr-lhes em ordem os seus cartórios; e também fez no mesmo sentido importantes trabalhos no da Torre do Tombo. No último período da vida passava retirado a maior parte do tempo no seu convento da Fraga, situado no distrito do Viseu. Aí foi acometido de uma apoplexia, que privando-o algum tanto das faculdades intelectuais, pôs termo aos seus estudos e fadigas literárias. Viveu neste estado alguns anos, até que a morte lhe cerrou os olhos em 1822. Foi sepultado no claustro do dito convento, a meia distância entre a porta do capítulo e a que dava serventia para a portaria. Esta brevíssima notícia extraí da que escreveu o seu confrade Fr. Francisco dos Prazeres Maranhão, impressa à frente do Index Histórico do Elucidário etc. FR. FRANCISCO DOS PRAZERES MARANHÃO, chamado no século Francisco Fernandes Pereira, foi natural da vila de Favaios, Alijó, Trás-os-Montes. Nasceu em 1790. Tendo tomado o hábito franciscano capucho no convento de Santo António da cidade do Porto, em 1812, partiu para o Maranhão, e no convento de Santo António desta cidade no ano seguinte. Voltou em 1814 para o reino e foi mandado conventual para o convento de S. Francisco de Vila Real. Passados onze anos foi transferido para o convento da Fraga, e depois percorreu sucessivamente por obediência o colégio de Coimbra, os conventos de Serem, Monte de Viseu, onde foi Guardião, Melgaço e Torre de Moncorvo. Achava-se neste último, quando teve lugar a extinção das ordens regulares em 1834. Morreu em 1852, na Granja de Alijó, como consta da dedicatória e prólogo da segunda edição do Dicionário Geográfico, etc. O Index Histórico do «Elucidário» de Fr. Joaquim de Santa Rosa de Viterbo de Gradis, precedido de uma breve notícia da vida e escritos do mesmo auctor, etc. Lisboa, na Offic. de Galhardo & Irmãos 1836. 4.° de 47 pag. É mui raro de encontrar no mercado, onde só vi até agora um, que comprei".

Referência: 1311JC009
Local: 8-9-C-24


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