RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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MASCARENHAS. Jerónimo de. CAMPAÑA DE PORTVGAL POR LA PARTE DE ESTREMADVRA El año de 1662.

EXECVTADA POR EL SERENISSIMO SEÑOR DON IVAN DE AVSTRIA, GRAN PRIOR DE CASTILLA DE LA ORDEN DE SAN IVAN, DEL CONSEjO DE ESTADO de su Magestad, Governador, y Capitan General de los Payses Baxos, Governador da las Armas marítimas, y Capitan General del Exercito de la recuperacion de Portugal. Y ESCRITA POR DON GERONYMO MASCAREÑAS, Cavallero, y Difinidor General de la Orden de Calatrava, del Consejo de Estado de su Magestad, y del Supremo de la Corona de Portugal, que reside junto a su Real Persona, jubilado en el de las Ordenes Militares de Castilla, su Sumiller de Cortina, y Oratorio, Prior de Guimarães, y Obispo electo de Leyria. CON PRIVILEGIO, En Madrid, Por Diego Diaz de la Carrera, Impressor del Reyno, año de 1663.

In 4º (de 20x16 cm) com [xii], 128 pags.

Encadernação da época em pergaminho flexível.

Exemplar com ex-libris oleográficos da Biblioteca dos Duques de Cadaval e números coevos manuscritos sobre a folha de rosto e sobre a folha de guarda.

Obra com o desenrolar da Batalha das Linhas de Elvas e contendo notas marginais impressas com uma transcrição bilingue das prerrogativas espanholas aos portugueses.

Inocêncio III, 269 e X, 132: “D. JERONYMO MASCARENHAS, Clérigo secular, Doutor em Teologia pela Universidade de Coimbra, Colegial no colégio de S. Pedro, e Cónego da Sé da mesma cidade, Deputado da Mesa da Consciência e Ordens etc. Foi natural de Lisboa, e filho do marquez de Montalvão D. Jorge Mascarenhas, primeiro vice-rei do Brasil, dc quem farei memoria em seu lugar. Por ocasião da restauração de Portugal em 1640 não quis reconhecer por seu rei el-rei D. João, e preferiu expatriar-se, passando para Castela, onde foi mui bem recebido de Filipe IV, que premiou largamente a sua dedicação, nomeando-o Cavaleiro da Ordem de Calatrava, e Definidor geral da mesma, seu Conselheiro e Sumilher de cortina, Bispo de Leiria e D. Prior de Guimarães! Quanto ás ultimas dignidades não pôde ter posse nem exercício delas, pela inutilidade dos esforços dos castelhanos em se apoderarem outra vez do reino, porém foi em Espanha Esmoler e Capelão-mór da rainha D. Mariana de Áustria, e Bispo de Segóvia, em cujo exercício morreu no ano de 1671. Foi tido por homem mui sabedor, eloquente, e dado aos estudos da historia, apontando-se como provas os títulos das numerosas obras que escrevêra, tanto impressas como manuscritas, das quais a Bibl. de Barbosa oferece uma larga descrição, e aí a poderão ver os que o desejarem. Entre os mais escritos impressos, todos em castelhano, é notável o seguinte pela conexão que tem com a nossa historia: “Campaña de Portugal por la parte de Extremadura el año de 1662 executada por el sereníssimo senor D. Juan de Austria. Madrid, por Diogo Dias de la Carrera 1663”. O Conde da Ericeira no Portugal Restaurado invectiva fortemente este livro e o seu autor, taxando-o de pouco exacto e de ingrato e desleal á pátria, como que pretendendo á custa da verdade deprimir os seus nacionais, e exaltar os progressos das armas espanholas”…. “A obra n.° 168, Campanha de Portugal, consta de XII 128 pag. O autor deste Dicc. comprára em tempo um exemplar por 160 réis!”

Palau 1954-55, Tomo VIII, 332 (157002).

Salvá, 503 (3039).

Referência: 1402JC060
Local: M-8-F-27


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