RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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CRUZ E SILVA. (António Diniz da) ODES PINDARICAS,

POSTHUMAS DE ELPINO NONACRIENSE. COIMBRA, na Imprensa da Universidade, 1801.

In 6º de 14x8,3 cm. com 258, [ii] págs.

Encadernação da época inteira de pele, com ferros a ouro, de belo desenho, na lombada, título gravado a ouro sobre rótulo vermelho.

Exemplar com dano no pé da folha de rosto sem perda de texto.

Rara 1ª edição das odes pindáricas, ou seja escritas sob o modelo das odes do célebre poeta grego Píndaro, conjunto de poemas de grande fôlego que exaltam heróis de Portugal como Vasco da Gama e navegadores e guerreiros da epopeia portuguesa. Inclui também poemas de tipo cortesão em louvor de D. José e de membros da corte contemporâneos do autor.

Foram reeditadas em Lisboa, 2 volumes, 1815 e 1817, Londres, 1820, e na edição da Vanda Anastácio de 1998. 

António Dinis da Cruz e Silva (Lisboa, Freguesia de Santa Catarina 1731- Rio de Janeiro 1800) Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Avis, Doutor em direito civil pela Universidade de Coimbra, seguiu a carreira da magistratura sendo na data do falecimento Chanceler da Relação do Rio de Janeiro. Foi poeta de muito mérito, deixando a maior parte da sua obra inédita. Pertenceu à Arcádia Protuguesa com o nome de Elpino Nonacriense.   

Inocêncio I, 123: ODES PINDARICAS posthumas d’Elpino Nonacriense. Coimbra, na Imp. da Univ. 1801. 16.º de 258 pag.

Referência: 1611JC017
Local: M-3-B-16


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