RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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COSTA AMARAL. (Francisco José da) OUVIDOR DESTA CIDADE DE MACAO POR NOMEAÇÃO DE S. MAGESTADE IMPERIAL,

O SR DUQUE DE BRAGANÇA, REGENTE EM NOME DA RAYNHA &C. S. l. S. n. S. d. [1835?]

In 4º de 20x13 cm. com 47, [i em br.] págs.

Encadernação recente inteira de pele com nervos e ferros a ouro na lombada, que apresenta pequenas falhas. Tem encadernado junto um caderno de 25 folhas em branco.

Folheto muito raro, a Porbase não regista nenhum exemplar, provavelmente impresso fora de Portugal.

Texto dividido em 30 números, em resposta a um Manifesto publicado pelo Governador de Macau, no qual o autor expõe a sua posição no conflito que o opôs ao referido governador, Bernardo José de Sousa Soares de Andrea, com recurso à transcrição de numerosos documentos e diplomas legais.

O governador hostilizou Costa Amaral desde a sua chegada ao território, por motivos pouco claros e tentou anular a sua autoridade alegando as alterações legislativas decorrentes da implantação do Regime Liberal, apesar do Decreto de nomeação subscripto por D. Pedro IV.

Fonte muito valiosa para a história das lutas liberais em geral e particularmente para a história de Macau durante a implantação do Regime Liberal na sequência da Guerra Civil.

Francisco José Costa Amaral (Portalegre 1798 – Lisboa 1862) formado em direito pela Universidade de Coimbra seguiu a carreira da magistratura e depois de desempenhar várias funções, foi Senador pela Província de Goa e Vogal do Conselho Ultramarino.

Inocêncio IX, 312. Coloca a hipótese da obra ter sido impressa em Inglaterra.  

Referência: 1703PG083
Local: M-5-D-21


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