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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. PIMENTEL E MAIA. (José Rodrigues) OBRAS POETICAS DE…offerecidas a hum seu amigo. Lisboa. Na Impressão Regia. Anno de 1805. Com 88 pags. Junto com: MARTINS BASTOS. (Francisco António), AS ESTAÇÕES DO ANNO, poema composto, e illustrado com algumas notas. Por... Lisboa, Na Impressão Regia. 1833. Com xiii-169 pags. Ilustrado com uma litografia com o retrato do autor. Junto com: MARTINS BASTOS (Francisco António), A PESCA, poema, que a seus illustres, e presados collegas O. D. C… Lisboa: Na Impressão Regia. Anno 1831. Com x-76 pags. Junto com: TEIXEIRA GYRÃO (Antonio Lobo de Barbosa Ferreira), TRADUÇÃO LIVRE OU IMITAÇÃO DO POEMA DE MR. DE BOILEAU, INTITULADO LE LUTRIN, ou estante do coro. Por… Prefeito da Provincia de Trás-os-Montes. Lisboa. Na Imprensa Nacional. 1834. Com 87 pags. 4 volumes enc. em 1. De 15x10 cm. Encadernação da época inteira de pele com ferros a ouro na lombada e no rótulo vermelho, apresentando coifas danificadas. Inocêncio V, 116. 'JOSÉ RODRIGUES PIMENTEL E MAIA, filho do professor manuel rodrigues maia, de quem se fará menção em lugar competente. nasceu em Lisboa, provavelmente entre os anos de 1784 e 1790, o que melhor se verificará do assento do seu baptismo, que deve existir na igreja paroquial de N. S. da Encarnação. Amigo e discípulo entusiasta de Bocage, começou a poetar na adolescência, e contava talvez de 16 a 18 anos quando imprimiu a primeira parte das suas poesias, em 1808, sendo já professor de gramática latina, alistou-se voluntariamente para a defensa do reino, assentando praça no regimento de infantaria n.º 4, aonde foi pouco tempo depois promovido a primeiro-sargento, e por fim a sargento-ajudante, que era, segundo creio, quando finda a guerra voltou para Portugal em 1814. Partiu em 1816 para o Brasil no posto de Alferes, fazendo parte da divisão expedicionária destinada para Montevideo, e lá se finou dentro em pouco tempo, arruinado ao que parece pelo desregramento no uso das bebidas alcoólicas, a que se dava com excesso desde o tempo da campanha. Foi um engenho perdido! O conceito que Bocage fazia deste seu aluno, acha-se assás expresso no soneto que lhe dirigiu, já próximo do seu termo final, em resposta a outro que dele recebera. Inocêncio II, 240. 'FRANCISCO ANTONIO MARTINS BASTOS, cavaleiro da Ordem de Christo, professor de gramática e língua latina, mestre de latinidade de sua majestade o Senhor D. Pedro V, e de Suas Altezas etc. nasceu em 1799. O catálogo de suas numerosas e variadas publicações mostra que não há sido o servo sem proveito de que fala o evangelho: pelo contrário, fez por sua parte todo o possível para dar fruto dos talentos com que o providência o favoreceu. Morreu em 1868. LE LUTRIN: Inocêncio I, 185. 'Esta versão é feita em oitava rima e em conformidade com o seu titulo, afasta-se muitas vezes da letra e sentido do original. ANTONIO LOBO DE BARBOSA FERREIRA TEIXEIRA GIRÃO, 1.º visconde de Villarinho de S. Romão em 1835, Par do Reino, deputado às Cortes Constituintes em 1821, Prefeito das Provincial de Traz os Montes e da Estremadura em 1834, Socio da Academia R. das Ciências de Lisboa, da Sociedade Promotora da Industria Nacional, etc. Nasceu na província de Traz-os-Montes em 1785. Morreu em 1862”. Referência: 0903NM286
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