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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. CASTILHO. (José Feliciano de) JORNAL DE COIMBRA. LISBOA. NA IMPRESSÃO REGIA. ANNO DE 1812-1813.LISBOA. NA IMPRESSÃO REGIA. ANNO DE 1812-1813. 3 Volumes. De 20x15 cm. Com iii-448, 470-(xx) e 412 pags. Encadernações da época inteiras de pele com ferros a ouro nas lombadas e rótulos vermelhos. Os 3 volumes apresentam em ambas as pastas o super libris armoriado com brasão do Marquês de Angra e Conde de Machico, Sir Charles Stuart (1779-1845) Ex libris de J. e. G. Rebello da Fontoura nas guardas. Ilustrado com 6 gravuras, sendo as 3 da estátua equestre desdobráveis. I - Maquina a vapor para fins industriais inventada pelo Dr. Constantino Botelho de Lacerda. II - Carro para transporte de mercadorias a utilizar pelos exércitos do Marquês de Torres Vedras, inventado pelo Dr. Constantino Botelho de Lacerda. III – Instrumento cientifico “Pyrómetro” para medir simultaneamente a dilatação de vários sólidos por meio de água fervida, inventado pelo Dr. Constantino Botelho de Lacerda. IV - Lado direito da estatua equestre de D. José, desenhada por Joaquim Machado de Castro e gravada por Lucius, em 1793. V – Lado esquerdo da estátua equestre de D. José, desenhada por Joaquim Machado de Castro e gravada por Lucius em 1793. VI – Baixo-relevo da estátua equestre de D. José, desenhada por Joaquim Machado de Castro e gravada por Lucius, em 1795. As 6 gravuras acompanham os excertos de dois curiosos artigos publicados ao longo dos 3 volumes [Número I Janeiro, 1812] a [Número XVI Abril, 1813] que apresentamos, sendo que ao todo se publicaram 16 volumes [1812 a 1820] desta publicação periódica. O artigo de Joaquim Machado de Castro sobre a sua magnífica estátua equestre relata as várias incidências e as polémicas que foram surgindo em relação a mesma, sendo que as 3 gravuras já tinham sido publicadas na sua obra Descripção Analytica da Estátua Equestre. No fim do 2.º volume e de novo no início do 3.º encontra-se a lista de assinantes do jornal, curiosamente Sir Charles Stuart, consta como um dos primeiros assinantes. Inocêncio IV, 177. “Jornal de Coimbra. Lisboa, na Imp. Regia 1812 a 1820. 4.º 16 volumes. - Começou a publicação em Janeiro de 1812, e findou em 1820. Este jornal, intitulado de Coimbra, mas sempre publicado e impresso em Lisboa, teve por seus fundadores e directores os lentes de medicina da Universidade José Feliciano de Castilho, Angelo Ferreira Diniz, Jeronymo Joaquim de Figueiredo, e não sei se alguns mais. É um archivo abundante, ou repositorio vastissimo, sempre consultado com emolumento e proveito, em attenção ás numerosissimas especies que abrange, e que debalde se procurariam em outra parte. Collaborado por muitos homens distinctos em letras e sciencias, comprehende artigos de assumptos mui variados, e de notavel interesse, concernentes ás sciencias physicas e moraes, ás artes, e á historia topographica, civil, archeologica e litteraria de Portugal e seus dominios grande numero de poesias originaes e traduzidas documentos ineditos, dados pela primeira vez á luz novidades bibliographicas, artisticas, etc. etc. - A collecção completa é já mui pouco vulgar.” Referência: 0911LM250
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