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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. PACHECO PEREIRA. (Duarte) ESMERALDO DE SITU ORBIS DE... [COMENTADO POR JOAQUIM BARRADAS DE CARVALHO].(Edition critique et commentée). Serviço de Educação. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa. 1991. De 25x19 cm. Com 868 pags. Encadernação do editor inteira de tela com o título dourado na lombada e revestido de sobrecapa de protecção.Impresso em papel creme de elevada qualidade, em Janeiro de 1992, nas oficinas G. C. de Coimbra, com uma tiragem de 1500 exemplares. Exemplar com ex-libis; apontamentos a lápis no texto; e a caneta nas folhas de guarda. Obra contendo o primeiro grande roteiro das costas da África Ocidental, essencialmente da zona de florestas costeiras; razão pela qual alguns autores atribuem a colocação da palavra esmeraldo no título, enquando outros afirmam tratar-se da junção da palavra Emanuel com a palavra Duarte. Pacheco Pereira produziu este levantamento cosmográfico para o Rei Dom Manuel I que se manteve secreto e apenas manuscrito até 1892, pois o soberano considerou tão valiosas as informações náuticas, geográficas e econômicas reunidas na obra, que jamais permitiu que na sua época viesse a público. Inocêncio II, 212: Inocêncio II, 212: 'DUARTE PACHECO PEREIRA, cognominado por Camões Achilles Lusitano, natural de Santarem, famosissimo capitão na India, e depois Governador do castello de S. Jorge da Mina, d'onde veiu preso para Lisboa, em consequencia das accusações que seus inimigos levaram dolosamente contra elle aos ouvidos d'elrei D. Manuel. Posto que ao cabo de alguns annos de prisão conseguisse justificar-se, e provar a sua innocencia, isso não obstou a que morresse pobre e miseravelmente, deixando aos vindouros mais um exemplo das inconstancias da fortuna, e uma nodoa indelevel na fama do monarcha, que recompensou com tamanha ingratidão os seus assignalados serviços. O cantor dos Lusiadas lhe assegurou porem a immortalidade, vingando-o das injurias da sorte nas memoraveis oitavas 13 até 25 do canto x, que serão sempre lidas e decoradas, em quanto durar no mundo a lingua portugueza. Este heróe, não menos destro nas artes da milicia, que versado nos estudos das sciencias nauticas e na cosmographia, escreveu ao que parece em 1505, e deixou manuscripta a obra seguinte, que por nossa imperdoavel incuria se conserva até agora [Séc. XIX] inedita'. Referência: 0912JC121
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