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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. BARROS. (João de) CHRONICA DO EMPERADOR CLARIMUNDO,DONDE OS REIS DE PORTUGAL decendem, TIRADA DA LINGUAGEM UNGARA EM A NOSSA PORTUGUEZA , DIRIGIDA AO ESCLARECIDO PRÍNCIPE D. JOAÕ Filhodo mui Podereoso Rei D. MANOEL, PRIMEIRO DESTE NOME. POR JOAÕ DE BARROS SEU CRIADO, E agora novamente accrescentada com a vida deste Escritor, Quinta Impressaõ, fielmente impressa sem mudança da sua antiga linguagem. LISBOA: Na Officina de JOAÕ ANTONIO DA SILVA. Impressor de Sua Magestade 1791. In 16º de 14,5x10 cm. 3 volumes com (xvi)-lxxv-342-(iv), 491-(vi) e 291[aliás 315]-(vi) pags. Encadernações da época inteiras de pele com rótulos vermelhos e ferros a ouro nas lombadas. Inocêncio III, 320. “Chronica do Emperador Clarimundo, donde os Reys de Portugal descendem, tirada da linguagem ungara em a nossa portugueza, dirigida ao esclarecido principe D. João, filho do mui poderoso rey D. Manuel. Coimbra, por João de Barreira, 1520 fol. Ibi, pelo mesmo 1553. fol. (A edição de 1520 é para mim ainda duvidosa, pelas razões já apontadas acima, no artigo João de Barreira.) Reimprimiu-se Lisboa, por António Alvares 1601. fol. Ibi, por Francisco da Silva 1742. fol. Ibi, com a designação de quinta edição, fielmente impressa sem mudança da sua antiga linguagem, e accrescentada com a Vida de João de Barros, por Manuel Severim de Faria, Lisboa, na Offic. de João Antonio da Silva 1791. 8.º 3 tomos. E ultimamente, ibi, na Typ. Rollandiana 1843. 8.º 3 tomos. Esta novella de cavallaria foi escripta pelo auctor quando contava pouco mais de vinte annos, com o fim de exercitar seu ingenho para argumentos mais graves. É conhecida ficção a circumstancia de se dar como traduzida da lingua ungara, não restando a menor duvida de que fôra originalmente composta na portugueza. A estimação de que sempre gosou assás se demonstra pelo numero de reimpressões que d'ella se fizeram. Ainda entre os estrangeiros tem sido esta obra conhecida e apreciada. Brunet no seu Manual faz menção de dous exemplares da edição de 1601 vendidos um por 20 francos, e outro por 15 ditos. Um exemplar da edição de 1791 que comprei, com uso, custou-me 960 réis.” Referência: 1005CS040
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