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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. VERTOT. (Réné-Aubert) REVOLUTIONS DE PORTUGAL.Par M. l’Abbé de Vertot, de l’Academie dês Inscriptions & belles Lettres. QUATRIÉME EDITION, revûe et augmentée. A PARIS, Chez { Nion { Didot { Quillau. M. DCC. XXXVII. [1737]. De 17x10 cm. Com xii-382-[xxxi] pags. Encadernação da época inteira de pele mosqueada com ferros a ouro na lombada e rótulo vermelho. Corte por folhas carminado. Obra com um índice onomástico e temático nas últimas xxxi [31] páginas inumeradas. Obra posteriormente traduzida, parcialmente ou totalmente em português, nomeadamente por Frei Mateus Brandão, em 1815 e por José Ribeiro de Figueiredo, em 1843. O tema principal é o da Revolução de 1640 e as manobras da sua preparação em segredo. O Abade de Vertrot (1655-1735), membro da Academia das Inscrições, escreveu esta obra em 1690 tendo obtido um sucesso que o conduziu à elaboração de outras análises histórias no entanto o seu talento foi essencialmente de natureza literária. Segundo Gastão de Melo e Matos (no seu aparato crítico a esta obra, novamente traduzida e impressa em 1945, afirma que foi com a Restauração que Portugal se tornou conhecido do europeu médio da época, pois Portugal não constituia um factor político na Europa e foi elas acções dirigidas contra o rei de Espanha que também esta obra de Vertot alcançou fama. Por um lado não é de admirar o sucesso de um autor estrangeiro a falar de Portugal, pois a capacidades editoriais permitiam aos autores italianos, franceses e ingleses a tratarem da nossa vida e da nossa história. Por outo lado encontram-se um grande número de publicações oficiosas, de autores portugueses ou estrangeiros, que os nossos agentes portugueses fizeram aparecer naqueles países. Foi nesta circunstância que Vertot, escritor elegante, buscou decerto interessar através da sua prosa correcta e mesurada o maior número de leitores, escolhendo para tema de uma obra histórica a revolução portuguesa de 1640. Segundo alguns críticos literários Vertot esgotou toda a documentação acessível sobre este tema na época em que vivia, desprezando a documentação dos autores espanhóis por considerar essa informação redundante ou suspeita, e utilizando largamente os autores italianos que lhe forneciam vastas compilações notáveis pela imparcialidade e precisão. Apareceram 5 edições francesas em vida do autor (1711, 1712, 1722, 1728 e 1730). Após a sua morte foram publicadas em françês 16 edições no século XVIII e mais 17 edições até aos meados do século XIX. Segundo Melo e Matos é possível que as últimas edições não reproduzam a obra inicial de Vertot, mas a ampliação dela feita por Boisgelin. As traduções espanholas saíram em França em 1745 e em 1825, a edição italina em 1808, e a edição portuguesa em 1815. As traduções inglesas foram publicadas de 1724 até à quarta edição em 1735. Referência: 1005JC236
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