RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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QUENTAL. (Anthero) RAIOS DE EXCTINTA LUZ.

Poesias inéditas (1859-1863) com outras pela primeira vez colligidas. Publicadas e precedidas de um escorso biographico por Theophilo Braga. M. Gomes, Livreiro-Editor. Lisboa. 1892. De 16x11 cm. Com xlviii-257 pags. Encadernação da época com lombada em pele. Exemplar com dedicatória do editor. Primeira edição da obra composta – segundo o prefácio - de uma colecção de poesias inéditas de Antero de Quental, na primeira fase artística, quando o seu ideal era ainda religioso, romântico e espiritualista, quando alude à “educação católica e tradicional de um espírito naturalmente religioso, nascido para crer placidamente e obedecer sem esforço a uma regra conhecida”. Inocêncio XX, 161: “Anthero de Quental. Morreu em Ponta Delgada, na terra natal, para onde fôra estabelecer residência definitiva, afastando se deste modo do convívio de amigos e admiradores. Aí pôs termo voluntario aos seus dias, facto que produziu grande sensação não só na ilha de S. Miguel, mas também em todo o reino e no estrangeiro, pelo talento extraordinário que revelara este poeta. Esse lastimoso facto ocorreu no dia 11 de Setembro 1891. Em todos os periódicos de Lisboa apareceram longos e sentidos artigos a seu respeito”.


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Referência: 1006JC054

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