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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. CANDIDO LUSITANO. (Francisco José Freire) ARTE POETICADE Q. HORACIO FLACCO, Traduzida, e illustrada em Portuguez POR CANDIDO LUSITANO. LISBOA, Na Officina Patriarcal de FRANCISCO LUIZ AMENO. M.DCC.LVIII. [1758]. In 4.º de 24x16 cm. Com [xxxix]-218 pags. Encadernação da época inteira de pele mosqueada, com rótulo vermelho, nervos e ferros a ouro na lombada. Em prefeito estado de conservação. Ilustrado com 1 vinheta, 2 capitulares decorativas e 2 gravuras assinadas por Debrie. Primeira edição. Exemplar com margens generosas e impresso sobre papel de linho muito alvo e sonante. Como de costume apresenta: ausência de gravura com retrato do Marquês de Pombal. Obra com importante dedicatória ao Marquês de Pombal. INOCÊNCIO Vol. II, 408: “Padre Francisco José Freire, mais conhecido pelo nome poético de Candido Lusitano, que adoptou na Arcádia, da qual foi um dos primeiros e mais conspicuos membros. Muito devem, no meu entender, as letras portuguesas a este laborioso e erudito escritor, que no seu tempo prestou valiosíssimos serviços, trabalhando fervorosa e incansavelmente para reformar o estilo vicioso, e o mau gosto, que dominava até então, e de que ele próprio se não mostrára exemplo, nos escritos que primeiro publicou. A sua conversão litteraáa foi devida ao Verdadeiro Método de Verney, cuja leitura lhe fez conhecer o quanto andava arredado do bom caminho. «É verdade (diz um critico respeitavel) que ele, com outros mestres do seu tempo, estava com toda a sinceridade do seu coração convencido de que a escrupulosa observância das regras clássicas, que então se tratava de ressuscitar, era por si só bastante para formar poetas, oradores, e escritores de consumado gosto em todos os ramos das belas-letras, e que nas regras havia um condão capaz de suprir o próprio engenho. Hoje para qualquer principiante é doutrina corrente que as regras não criam o génio mas ao mesmo tempo bom é não esquecer, que com elas se lhe podem corrigir os erros, e embargar o passo a seus extravios.» Respeitemos pois agradecidos a memória do illustre filólogo, que tantas e tão diversas composições nos deixou, todas ditadas pelo nobre pensamento de ser útil à sua patria, promovendo nela os bons estudos, e a educação litterária da mocidade. ARTE POETICA de Quinto Horacio Flacco, traduzida e illustrada em portuguez. Lisboa, 1758 4.º gr. com o retrato do Marquez de Pombal (então Conde de Oeiras). Os exemplares da primeira edição valeram em tempo antigo até 1200 réis hoje porém estão muito depreciados. As outras edições são comuns e correm no mercado por quantias às vezes bem inferiores. Eu comprei um exemplar da terceira por 200 réis”. Referência: 1006JC131
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