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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. SÁ DE MENESES. (Francisco de) MALACA CONQUISTADAPELO GRANDE AFFONSO DE ALBUQUERQUE, POEMA HEROICO DE FRANCISCO DE SA’ DE MENEZES; COM OS ARGUMENTOS DE D. BERNARDA FERREIRA. Terceira Impressaõ mais correcta que as precedentes. LISBOA Na Offic. de JOZE’ DE AQUINO BULHOENS. Anno de M.DCC.LXXIX. [1779]. In 4º (de 20x14 cm) com [8], 461 pags. Encadernação da época inteira de pele mosqueada com ferros a ouro na lombada e no rótulo. Corte por folhas marmoreado. Exemplar com ex-libris oleográfico no canto superior direito da folha de rosto “J. G. Monteiro”. Título de posse da época manuscrito na guarda anterior e etiqueta de arrumação sobre a pasta anterior. Terceira edição do poema português, em verso endecassilábico, em 12 cantos, sobre a conquista de Malaca por Afonso de Albuquerque. Obra clássica da literatura portuguesa e importante fonte para a história das nossas conquistas no Oriente, do qual a primeira edição foi publicada em 1634, e segunda edição em 1658, tendo o autor corrigido a obra. Inocêncio III, 52 e IX, 370: “FRANCISCO DE SÁ DE MENEZES, Comendador da Ordem de Cristo, e natural da cidade do Porto. Depois de viúvo professou na Ordem de S. Domingos, entrando no Convento de Benfica, com o nome de Fr. Francisco de Jesus, e morreu piamente, segundo dizem, no ano de 1664. MALACA CONQUISTADA… Ha terceira edição, mais correcta que as antecedentes. Lisboa, na Offic. de José de Aquino Bulhões 1779. 4.º de VIII-461 pag. Depois de ser vulgar por muitos anos, e o seu preço 960 réis, acha-se hoje exausta, e só aparecem à venda exemplares já usados. Não têm sido concordes os juízos dos críticos acerca do mérito deste poema. José Maria da Costa e Silva o tinha em grande conta, e afirma que « pelo bem arquitectado de sua fábula, variedade e bem sustentado dos caracteres, movimento dramático, rica invenção dos seus episódios, formosura de suas descrições, e poesia verdadeiramente épica, lhe cabe de justiça o primeiro lugar entre os nossos épicos depois de Camões». Francisco Dias Gomes (Obras poéticas, pag. 40 e 296) é-lhe menos favorável. «Este poema (diz ele) tem tido seus panegiristas, apesar dos defeitos que desfiguram o plano da sua invenção como epopeia, das frequentes incorrecções da sua dicção, e do pouco conhecimento que teve o seu autor das cesuras, que constituem a harmonia métrica do idioma.» Afirma positivamente: «que a Malaca é a mais inferior das nossas epopeias regulares, sem que contudo sirva de descrédito ao nosso idioma» Um dos críticos, que não só pretende emparelhar este nosso épico com Luis de Camões, mas quase o julga superior, e considera a sua Malaca conquistada ao menos como a nossa segunda epopeia nacional é Bartolomeu Soares de Lima Brandão. (V. nas suas Obras poéticas a nota a pag. 116).”
Binding: contemporary full calf (mottled) gilt at spine and label. Papercut edges with a contemporary colored finishing (marble decor). Contemporary ownership titles: signature at endpaper; stamp at top of title page; and small round label at front folder. Inocêncio III, 52 e IX, 370; Niedersächsische Staats-und Universitätsbibliothek, Göttingen (HPB) Referência: 1103JC210
Local: 3-A4-C-41 Indisponível Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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