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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. FREIRE DE ANDRADE. (Jacinto) VIDA DE DOM JOAÔ DE CASTRO,QUARTO VISO REY DA INDIA. Por JACINTO FREYRE DE ANDRADA. NOVA EDIÇAÔ, ACRESCENTADA DA VIDA DO AUTOR COM FIGURAS. PARIS, Vende-se em Lisboa em casa de Bonardel & Dubeux, Mercador de Livros. M. DCC. LIX. [1759]. In 8º (de 17x10 cm) com xx-483 pags. Encadernação da época inteira de pele mosqueada com ferros a ouro na lombada. Ilustrado com 3 gravuras, sendo 1 gravura em anterrosto com o retrato do biografado; 1 gravura desedobrável em extra-texto na página 107 com D. João de Mascarenhas; e uma gravura com o retrato de Coja Sofar (Coge Çofar) na página 92. Em colofón : « PARIS, Na Officina de Franc. Ambr. Didot.». Exemplar com 2 ex-libris e títulos de posse da época manuscritos na folha de rosto sem afectarem a mancha gráfica. Inocêncio III, 239: “Jacinto Preire de Andrade, Presbytero secular, Bacharel em Canones pela Universidade de Coimbra, e Abbade de Sancta Maria das Chans no bispado de Viseu, que era então um dos mais opulentos beneficios d'este reino, como diz Barbosa. Rejeitou o bispado de Viseu, para o qual pretendia nomeal-o el-rei D. João IV, allegando « que não queria gosar de uma dignidade em leite, pois não podia ser em carne». Alludia á repulsa do papa em confirmar os bispos apresentados por aquelle monarcha depois da sua elevação ao throno portuguez. Foi natural da cidade de Beja, onde nasceu em 1597, e morreu em Lisboa a 13 de Maio de 1657”….” Depois de cinco edições, mencionadas por Barbosa, continuou a ser muitas vezes reimpressa, por exemplo: Lisboa, por Domingos Rodrigues 1747. 4.° de IV 371 pag. París, na Offic. de Francisco Ambrosio Didot 1759. 12.º Ibi (acrescentada da vida do auctor) na Offic. de Stoupe 1779. 8.º de XX 484 pag. Lisboa, na Offic. de Antonio Gomes 1786. 8.º Ibi, na Offic. de Simão Thaddeo Ferreira, 1798. 8.º Ibi, na Imp. Regia 1804. 8.º Madrid, 1804. 8.º París, na Offic. de J. Smith 1818. 12.º Lisboa, na Typ. Rollandiana 1786, 1815, 1822, 1834, e 1839. 8.º Pernambuco, 1844. 8.° etc, etc”. Coja Sofar, cujo retrato figura nesta obra, era senhor de Cambaia e aliado aos turcos de Sulimão Paxá. Foi derrotado pelos portugueses no segundo cerco de Diu, comandados em terra por D. João de Mascarenhas e por mar por D. João de Castro. Pereceu nesta luta o próprio Coja Sofar e D. Fernando de Castro, filho do Vice-Rei português. Referência: 1111JC022
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