RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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OLIVEIRA PIMENTEL. (Júlio Máximo, Visconde de Villa Maior) O DOURO ILLUSTRADO.

Album do Rio Douro e Paiz Vinhateiro. Contendo: introducção historica e descriptiva do paiz vinhateiro. Descripção das principaes quintas e dos trabalhos vinicolas usados no Douro, nota sobre o commercio dos vinhos do Porto, serviço e trabalho dos armazens. Livraria Universal de Magalhães & Moniz, Editores. Porto. 1876.

In fólio (26x36 cm) formato oblongo. Com [8], 226, [2] p.: [25] gravuras, 1 mapa; 26x35 cm.- E. Encadernação original, cansada e manchada, com a lombada em marroquim.

Edição trilingue (português, francês e inglês) impressa a três colunas e com três folhas de rosto.

Especialmente interessantes as 25 gravuras abertas em madeira por J. Pedrozo, que representam fielmente aspectos do Douro há mais de um século.

Exemplar com falta do mapa desdobrável, alguns picos de acidez e uma gravura vincada. 

Inocêncio XIII, 263: 'O Douro illustrado. Porto, editores Magalhães & Moniz, 1876. Fol. alongado em tres columnas: primeira em portuguez, segunda em francez e terceira em inglez. Com gravuras separadas do texto, e um mappa em grande formato. [...]

JULIO MAXIMO DE OLIVEIRA PIMENTEL Nasceu em 1809. Tenente coronel reformado, lente jubilado da escola polytechnica, Reitor da Universidade de Coimbra, Par do Reino desde dezembro de 1862; socio da Sociedade de Geographia de Lisboa, do Instituto de Coimbra, da «Society of Arts» de Londres, da Academia de Agricultura de Florença, etc. Agraciado com o titulo de Visconde de Villa Maior. Morreu em Coimbra a 20 de Outubro de 1884.

V. os jornaes do dia seguinte, e especialmente o Conimbricense, n.os 3:879 e 3:880. de 21 e 25 de outubro; a Correspondencia de Coimbra e o Diario illustrado (com retrato) de 21 do mesmo mez; a Mosca (com retrato) de 2 de novembro; e o Commercio do Porto, n.o 261, todos de 1884. Para a sua biographia v. tambem o Instituto, de Coimbra, artigo do sr. A. A. da Fonseca Pinto, vol. XVI, n.o 7 (1872), pag. 166; a Revista contemporanea (com retrato), artigo do sr. Latino Coelho, tomo II, pag. 439 a 455, e 559 a 570; e tomo III, pag. 11 a 17; Bibliographia da universidade, do sr. Seabra de Albuquerque (annos 1872 e 1873, e 1874 e 1875); Grand dictionnaire universel du XIX siècle, de Larousse, etc. 264

Em a nota biographica do sr. Fonseca Pinto lê-se: «Julio Pimentel foi dos mais briosos e valentes soldados de D. Pedro no cerco do Porto, onde militou (com o n.o 121) no glorioso batalhão academico. No dia 20 de outubro de 1832 foi ferido gravemente na defeza da serra do Pilar, o famoso dia da Iliada liberal, e por este motivo condecorado com a fita da Torre e Espada, do valor, lealdade e merito... e como homem de sciencia tem grande reputação, grangeada já pelo ensino, já pelas suas obras, que o abonam principalmente como chimico excellente. É d'aquelles raros varões, que, na phrase do nosso epico, «N'uma mão sempre a espada, n'outra a penna.» No artigo commemorativo do Conimbricense lê-se: «... exerceu varias e importantes commissões de serviço publico, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Ainda ultimamente tinha sido encarregado de apresentar um projecto de reforma da instrucção superior do reino, para o que foi visitar fóra d'este paiz muitos estabelecimentos scientificos. Do resultado dos seus trabalhos estava a escrever um relatorio, que se havia de imprimir na imprensa da universidade.»


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Referência: 1112JC006
Local: FR-5-C-26

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