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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. CANTO. (José do) COLLECÇÃO CAMONEANA. [1.ª EDIÇÃO - ENCADERNADO]Tentativa de um catálogo methodico e remissivo. Imprensa Nacional. Lisboa. 1895. De 29x21 cm. Com xi, 357, [iii] págs. Encadernação da época com cantos em pele e nervos na lombada. Corte das folhas carminado à cabeça. Exemplar de uma tiragem restrita, não numerada, impressa sobre papel de linho de elevada qualidade e espessura, destinada à oferta personalizada pelo autor: com dedicatória impressa a Tito de Noronha. Dedicatória de oferta manuscrita por Hugo de Noronha a Henrique Sousa Maia. Tem junto uma folha volante do autor a pedir informações sobre camoniana desconhecida; e uma outra com a «Reprodução (em typos elzevirianos) da Ode de Luiz de Camões ao Conde de Redondo tal qual se acha no texto dos Colloquios de Garcia da Orta (na edição de 1653)». Primeira edição. Obra bibliográfica fundamental para o estudo das edições camonianas. José do Canto reuniu 4206 entradas bibliográficas a partir da sua colecção particular e outras. José do Canto (Ponta Delgada, 1820 - Ponta Delgada, 1898) foi um proeminente botânico, político, bibliófilo e filantropo açoriano. Natural de São Miguel, destacou-se pela sua paixão pela botânica, fundando o Jardim Botânico do Palácio de Santana, em Ponta Delgada. Recebeu a primeira educação em França, no colégio da Sacra-Família em Fontenay-aux-Roses. Partiu depois para Coimbra, onde seguiu com distinção os estudos da faculdade de matemática, que se viu forçado a suspender para acudir às obrigações do consórcio que ajustou com a rica sucessora da casa Taveira da ilha do Faial. Foi ativo na política local, promovendo o desenvolvimento agrícola e industrial dos Açores: membro do Conselho Geral dos Açores, do Conselho Geral do Distrito de Ponta Delgada e da Junta Geral do Distrito de Ponta Delgada; Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada. Foi durante muitos anos secretário da Sociedade de Agricultura. Inocêncio IV, 287 e XVII, 245.
Referência: 1201JC063
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