RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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RODRIGUES DA COSTA. (José Daniel) JOGO DOS DOTES PARA RECREIO DAS SOCIEDADES,

Em que se tirão lindas Sortes em verso; e outro Jogo de 40 perguntas, e 40 respostas, que se deve separar deste Livro, para se usar delle cortado, e pregado com massa nas Cartas de Jogar, ou em cartão, &c. Composto por JOSE' DANIEL RODRIGUES DA COSTA. Lisboa. M. DCCCII. [1802]. Na Offic. de Simão Thaddeo Ferreira. In 8º (de 14x9 cm) com 278 pags. Encadernação da época inteira em pele.  Exemplar com falta das páginas 131 a 134 e 139 a 143, o que é natural visto o propósito tipográfico da obra era cortar as mesmas e colar nas costas de cartas de jogar.

 Playing cards to be removed and collected by decks from every page (each one containing 2 poems on fortune telling; question and divination) in Portuguese traditional rhyme. Missing pags: 131 a 134 e 139 a 143.

 Jogo de cartas a ser removidos e recolhidos por naipes em cada página (cada um contendo 2 poemas de cartomancia; questão e adivinhação) em rima tradicional portuguesa.

Inocêncio IV, 304: “ José Daniel Rodrigues da Costa (1757-1832) natural da cidade de Leiria, não podendo cursar os estudos superiores aos de primeiras letras e gramática latina por falta de recursos pecuniários, acolheu-se á protecção do desembargador António Joaquim de Pina Manique, administrador da Alfandega das Sete Casas, o qual lhe conferiu a administração chamada das quatro portas da cidade e ramo de Belém; e como remuneração dos serviços que aí prestara obteve a final uma tença, e a propriedade de um oficio de escrivão e tabelião de notas em Portalegre. Foi Ajudante das ordenanças de Alenquer, e promovido depois a Major da Legião Nacional do Paço da Rainha. Dotado de bom humor, e maneiras afáveis, era bem quisto de todos que o conheciam, e que aplaudiam os seus chistes e ditos naturalmente engraçados, e satíricos. Viveu por muitos anos decentemente dos proventos do seu emprego, e do produto dos muitos papéis que imprimia, e que eram bem acolhidos do público. Sabendo amoldar-se às circunstancias políticas do tempo, escreveu sucessivamente a favor das ideias liberais e do governo absoluto. Era de maravilhar a ânsia com que nos tempos antigos, pelo testemunho dos que o presenciaram, se procuravam os seus escritos, publicados na maior parte periodicamente, e que (coisa não muito ordinária entre nós) foram reimpressos ainda em sua vida. Desnecessário além de difícil, apresentar aqui um catalogo geral de todas as suas produções, em que se inclui uma multidão de pequenos folhetos em verso e prosa, de que hoje se não faz caso algum, e que todos pereceram com as circunstancias que os motivaram. Limitar-me-ei portanto a enumerar sómente as composições, que maior voga tiveram, e ás quais deveu o conceito dos que muito se recreavam com a leitura delas: O ALMOCREVE DE PETAS, ou moral disfarçada para correcção das miudezas da vida. Lisboa, 1798 e 1799. Segunda edição, ibi 1819. COMBOI DE MENTIRAS, vindo do reino Petista, com a fragata Verdade encuberta por capitania. 1801. Segunda edição, 1820, [etc, etc]”.


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Referência: 1203CC096

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