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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. TRATADO DE AMIZADE, NAVEGAÇÃO, E COMMERCIOENTRE AS MUITO ALTAS E MUITO PODEROSAS SENHORAS DONA MARIA I. RAINHA DE PORTUGAL, E CATHARINA II. IMPERATRIZ DE TODAS AS RUSSIAS, ASSINADO EM PETERSBURGO PELOS PLENIPOTENCIARIOS DE HUMA, E OUTRA CORTE em 9/20 de Dezembro de M. DCC. LXXXVII. E RATIFICADO POR AMBAS AS MAGESTADES. LISBOA NA REGIA OFFICINA TYPOGRAPHICA. Anno M. DCC. LXXXIX. [1789]. In fólio (de 29x20 cm) com 36 pags. Encadernação ao gosto da época em pergaminho rígido. Exemplar in fólio que não é mencionado por Inocêncio (XIX, 296: Tratados de Paz) com o mesmo texto da versão in 4º mencionada. Por via deste tratado Portugal tornou-se a primeira nação europeia a abrir os seus portos à navegação e ao comércio com a Rússia. Referente aos tratados entre Portugal e a Russia, vide: Castro Brandão, A Política Externa Portuguesa e a Aliança Defensiva de 1799 com a Rússia, Imprensa Nacional. Lisboa. 1974; contendo o estudo histórico da época; o estudo das alterações ao projecto inicial do tratado com a Rússia; as notas e comentários às expressões suprimidas; e a versão final do tratado e dos seus artigos separados e secretos. E vide: William Rougle, As Relações Luso-Russas através da Imprensa Portuguesa do Século XVIII, Academia das Ciências de Lisboa. 1979 (pags. 85), onde se refere que só a partir de 1751 Portugal começou a solicitar comércio directo com a Rússia. Em 1769 a Rússia estabeleceu um Consulado Geral em Lisboa, e o comércio começou nos fins de 1770 principalmente por interesse de Portugal que precisava dos materiais de guerra, ferro, cânhamo, madeira e linho; por troca de sal, vinho, algodão, óleo vegetal e índigo brasileiro.
In folio copy (which is not mentioned by the Portuguese bibliographer Inocêncio, XIX, 296, Peace Treaties). Inocêncio mentions a smaller size edition (in 4º) with the same text version, which we had already the opportunity to compare. Through this international treaty Portugal became the first European nation to open its harbors to shipping and trade with Russia. Referring to treaties between Portugal and Russia, see the work of Castro Brandão on the Portuguese foreign policy and defensive alliance with Russia in 1799, containing the historical study of the period, the study of draft changes to the original treaty with Russia; notes and comments to expressions suppressed, and the final version of the treaty as well as its secret and separate articles. And also see: William Rougle, The Luso-Russian Relations through the Eighteenth Century Portuguese Press, Academy of Sciences of Lisbon. 1979 (p. 85), which states that only from 1751, and onwards Portugal began to ask direct trade with Russia. In 1769 Russia established a Consulate General in Lisbon, and trade began in late 1770, mainly by interest from Portugal who needed war materials, iron, hemp, linen and wood, in exchange for Portuguese salt, wine, cotton, vegetable oil, and Brazilian indigo. Referência: 1207JC179
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