RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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CAMÕES. (Luís Vaz de) OS LUSIADAS.

Poema épico em dez cantos. Por… Acompanhado da versão franceza do mesmo poema por Fernando de Azevedo. Precedido de um prologo por M. Pinheiro Chagas sócio effectivo da Academia Real das Sciencias. Desenhos de Soares dos Reis – Gravuras de J. Pedroso. Imprensa Nacional. Lisboa. 1878.

In fólio De 37x29 cm. Com xxxviii, 337 págs.

Encadernação do século XX, com ferros a ouro na lombada, nervos e os cantos em pele.

Ilustrado em extra texto com 11 gravuras abertas em chapa de cobre. As cinco primeiras de João Pedroso a partir de desenhos do pintor Soares dos Reis, a sexta está assinada Pastor, a sétima ED, as oitva a décima são da autoria de MAS e E. Deschamps.

Texto português a duas colunas nas páginas da esquerda e tradução francesa em prosa, em texto corrido, na página da direita. Notas, também bilingues, a duas colunas

Exemplar com alguns picos de acides própria do papel.

Dedicatória dos editores, Duarte Joaquim dos Santos e Aristides Abranches, ao Rei D. Luís impressa em grandes caracteres itálicos. 

João Pedroso Gomes da Silva (Lisboa 1823-1890). Professor da Aula de Gravura da Escola de Belas Artes de Lisboa. A excelência do seu trabalho arrecadou-lhe medalhas de prata e bronze na Sociedade Promotora de Belas Artes, em 1865 e 1880, e a medalha de 2.ª classe, na Exposição Internacional do Porto. As suas primeiras gravuras datam de 1837, no Ramalhete. Colaborou n’O Panorama, no Archivo Pittoresco, Artes e Letras, Douro Ilustrado, O Ocidente e na ilustração de livros. Editou o magnífico álbum A Gravura de Madeira em Portugal, no qual conseguiu imitar todos os géneros de gravura em metal. Introduziu a cromo-gravura de sobreposição de chapas. Foi também pintor de assuntos marítimos.

Inocêncio IX, 215. FERNANDO DE AZEVEDO, Addido á Legação portugueza em París. -

Inocêncio XIV, 175. Nº 117. Os Lusiadas. Poema epico em dez cantos por Luiz de Camões. Acompanhado da versão franceza do mesmo poema por Fernando de Azevedo. Precedido de um prologo por M. Pinheiro Chegas, socio effectivo da academia real das sciencias. Desenhos de Soares dos Reis. Gravuras de J. Pedroso. Lisboa. Imprensa Nacional. 1878. Fol. de XXXVIII, 337 pag. Com anterosto e dois rostos, sendo um gravado (composição de Soares dos Reis e gravura de João Pedroso); e mais dez estampas, uma á frente de cada canto.
Advirtase, porém, que, sendo parte da edição (até a pag. 166) composta e impressa em Portugal (nos prélos da imprensa nacional), foi d"ahi em diante a imprimir a París, por conta do editor Duarte Joaquim dos Santos, na imprensa A. Lahure, 9, rue de Fleurus, e só veiu a apparecer dois annos depois da data do primeiro fasciculo, isto é, em 1880, por occasião das festas do tricentenario. Por essa rasão, as gravuras dos artistas portuguezes não passaram do canto V. A do canto VI pertence ao gravador hespanhol Pastor, e as dos cantos VII a X a artistas francezes. Na do canto VII está a sigla E. D.; e nas dos cantos VIII, IX e X, estão as assignaturas de Mas e E. Deschamps; e, em preito á verdade, direi que nem o desenho, nem a gravura, são de merito superior ao trabalho feito em o nosso paiz.
A edição foi dedicada a Sua Magestade ElRei D. Luiz I. A dedicatoria é assignada por Duarte Joaquim dos Santos e Aristides Abranches; mas este segundo editor, que aliás teve a iniciativa n"esta empreza, não acompanhou o seu socio até o fim da publicação.




 


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Referência: 1302JC032
Local: 7-2-A-46

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