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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. NOBRE. (António) SÓ. [02.ª EDIÇÃO]2.ª edição. Guillard, Aillaud & Cª. Lisboa. 1898. De 19x9 cm. Com 172 págs. Encadernação com lombada em pele e ferros a ouro. Ilustrado com desenhos de Eduardo Moura e Júlio Ramos e o retrato do poeta a partir de Thomaz Costa. António Nobre (1867-1900), poeta de merecimento, morreu na flor dos anos e deixou apenas um livro de versos intitulado: 'Só'. Nasceu no Porto a 16 de Agosto de 1867. Em 1888 matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e aí formou, com outros rapazes, uma verdadeira falange artística. Dando-se mal com os estudos jurídicos, sobretudo com os professores, António Nobre, duas vezes reprovado no 1.º ano de direito, resolveu abandonar Coimbra em 1890. Matriculou-se então na Faculdade de Direito, em Paris, nos anos de 1890-1895, na qual se formou. Os seus sonetos, quase todos com datas, marcam o itinerário das viagens do poeta, que visitou os Açores, Madeira, e algumas cidades de Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Suíça e Alemanha. Veio a falecer tísico, em Carreiros, na Foz do Douro em 18 de Março de 1900. Quando esteve na Quinta do Seixo, em Vila Meã, pretendeu reunir os seus primeiros versos, para o que mandara tirar na Biblioteca Municipal do Porto cópias das suas composições poéticas dispersas por jornais e revistas. Inocêncio XX, 257 e XXII, 224. Referência: 1308CC317
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