RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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DIFFINIÇOENS, & ESTATUTOS DOS CAVALEYROS, E FREYRES da Ordem de Nosso Senhor JESU CHRISTO,

COM A HISTORIA DA ORIGEM, & principio della, OFFERECIDOS AO MUY ALTO, E PODEROSO REY D. JOAÔ V. NOSSO SENHOR. Gloriari oportet in Cruce Domini nostri Jesu Christi. LISBOA OCCIDENTAL, Na Officina de PASCOAL DA SYLVA, Impressor de Sua Magestade. M. DCCXVII. [1717]. Com todas as licenças necessarias, & Privilegio Real.

In fólio (de 27,5x19,5 cm) com (lx)-180 págs.

Encadernação da época em pergaminho flexível, com pequenos defeitos.

Ilustrado com 4 gravuras impressas a vermelho.

Exemplar em excelente estado de conservação, com grande sonoridade do papel, apresenta título de posse manuscrito sobre a folha de rosto: «Sotto Mayor»

Bela impressão barroca, adornada com vinhetas e capitulares xilográficas. Cada gravura representa uma das quatro cruzes de Cristo, utilizada pelos irmãos dos diversos graus da ordem. Esta ordem militar teve origem na extinção da ordem dos Templários.

Terceira edição desta obra, tendo sido a primeira publicada em 1628, a segunda em 1671 e uma quarta edição em 1746.

A Ordem de Cristo foi fundada pela Bula Ad ea ex quibus de João XXIII (14-3-1319) em resultado de uma longa negociação sobre o destino dos bens do Templo (Templários) em Portugal. Evitou-se em 1312, quando se extinguiu a Ordem do Templo, que os seus bens na Península fossem entregues aos Hospitalários. O monarca português insistiu (1313-1318) no vínculo dos Templários ao serviço do rei e à defesa do reino. Talvez influenciado pela solução encontrada em Aragão, com a criação da Ordem de Montesa, optou por suplicar (1318) a criação de uma nova milícia de Cristo, sediada em Castro Marim junto à fronteira marítima com as terras dos mouros.

Com recurso às novas soluções técnicas trazidas da Palestina tinha-se erguido o castelo de Tomar (1160-1171) para albergar o convento da Ordem dos Templários. Foi construída uma igreja poligonal (dita Charola) que seguia de perto a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém. Esta igreja já se encontrava dotada de um selo próprio (1181) e era por vezes citada como o Mosteiro da Ordem (1209), hospedando uma comunidade numerosa. Ainda que não se conheça a sua dimensão efectiva teria possivemente trinta professos, tal como mais tarde sucederia com o Convento da Ordem de Cristo.

Inocêncio II, 132. DEFINIÇÕES E ESTATUTOS DOS CAVALLEIROS E FREIRES da Ordem de N. S. Jesus Christo, com a historia da origem e principio d'ella. Lisboa, por Pedro Craesbeeck. 1628. fol. - Ibi, por João da Costa 1671. foi. - Ibi, por Paschoal da Silva 1717 fol. (de LX 180 pag.) - E ultimamente: ibi, por Miguel Manescal da Costa 1746. fol. ... “Contem, alem do prólogo (onde se transcrevem as bulas da fundação da Ordem, e da união do seu mestrado á Coroa, etc.) quatro livros ou partes na 1.ª se trata da fundação e criação da ordem, com o que lhe diz respeito: na 2.ª do provimento das comendas, obrigações dos comendadores, etc.: na 3.ª da jurisdição eclesiástica, e modo de a exercitar: na 4.ª dos privilégios da ordem terminando por um rol de todas as comendas, e designação do rendimento de cada uma.”

Referência: 1507JC072
Local: M-4-B-10

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