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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. VÉRON, CHAUVEL & al. L’ART: Revue Hebdomadaire Illustrée.Collection de la 1er Sèrie Tome 1 »» Tome 55 A. Ballue Éditeur, Paris. 1875 - 1893. Encadernações do editor (originais) em percalina vermelha luxuosamente gravadas a ouro. Revista com a reprodução das gravuras originais de todos os artistas pintores e gravadores de relevo desta época e também de épocas anteriores. Com 51 volumes (de 55 volumes) de 44 x 31 cm. Conjunto ou colecção de todos os volumes publicados na 1ª serie até 1893; Excepto estes volumes em falta no nosso exemplar: - Tome Second de 1878 - Tome Second de 1879 - Tome Seconde + Tome Troisieme de 1893 Nota: temos 51 tomos + 4 tomos em falta = 55 tomos referidos em BNF (vide paragr. seguinte). Presentes os seguintes anos e tomos, respeitantes à 1ª série desta revista (de 1875 a 1893): 1875 « 2 volumes 1876 « 4 volumes 1877 « 4 volumes 1878 « 3 volumes (com falta do Tome Second) 1879 « 3 volumes (com falta do Tome Second) 1880 « 4 volumes 1881 « 4 volumes 1882 « 4 volumes 1883 « 4 volumes 1884 « 2 volumes 1885 « 2 volumes 1886 « 2 volumes 1887 « 2 volumes 1888 « 2 volumes 1889 « 2 volumes 1890 « 2 volumes 1891 « 2 volumes 1892 « 2 volumes 1893 « 1 volume (com falta de 2 volumes) As quatro gravuras inéditas de Goya, todas elas inseridas no artigo intitulado Goya aquafortiste, da autoria de Charles Yriarte, no tomo IX (Troisième année, Tome II), apresentam os seguintes títulos: [19] Lluvia de toros = Pluie de Taureax (p. 6/7); [20] Otras leyes por el pueblo = Autres lois pour le peuple (p. 40/41); [21] ¡ Qué guerrero ! = Quel guerrier [p. 55/56]; [22] Una reina del circo = Une reine du Cirque [p. 82/83]. No início deste artigo foi ainda publicado um auto-retrato do artista, gravado por F. Milius. Referências: Palau, 106 558 e 106 568 (79, 80, 81 e 82); Augusto L. Mayer (Francisco de Goya), p. 120-123 e 276-281 (V, nº 1 a 22). Tomás Harris (Goya: engravings and lithographs), p. 193-198 e fig. 248 a 269 Tome II de la troisième année de cette revue illustrée d"un autoportrait de Goya gravé à l"eau-forte par Milius, de 4 eaux-fortes originales hors texte de Goya, de 12 eaux-fortes par divers artistes, 10 reproductions hors texte et de nombreuses illustrations dans le texte. FICHA BIBLIOGRÁFICA DA BNF ( Biblioteca Nacional de França ) Titre clé: L'Art (Paris. 1875) Titre(s) : L'Art [Texte imprimé] : revue hebdomadaire illustrée / dir. Eugène Véron Numérotation : T. 1 (1875)-t. 55 (1893) 2e s., t. 1 (1894)-t. 4 (1894/1900) = ser. gen., t. 56-t. 59 3e s., t. 1 (1901)-t. 9 (oct. 1907) = ser. gén., t. 60-t. 68 Publication : Paris ; London : [s.n.], 1875-1907 Description matérielle : ill, in-fol. Note(s) : Le sous-titre varie légèrement Périodicité : Hebdomadaire ; Bimensuel ; Mensuel Autre(s) auteur(s) : Véron, Eugène (1825-1889). Directeur de publication. Voir les notices liées en tant qu'auteur. Notice n° : FRBNF34422465
Resumo da história da revista L’Art 'L’Art” ilustrada francesa foi fundada em 1875 por Eugene Véron e desapareceu em 1907. Originalmente dedicada à história da arte antiga e moderna, continha numerosas gravuras originais. Formato 43,5 x 23,5 cm, impressa em papel couché pela casa de Jules Clays (1806-1886). Eugène Véron, foi ativista republicano e laico, ensaísta entusiasmado da história da arte e da sociedade, quis atingir o leitor de burguês e instruído. Agenciou uma dúzia de desenhistas e gravadores como Léon Gaucherel e Auguste-Hilaire Léveillé. Estes foram os autores do frontispício da revista, baseado no Moisés de Michelangelo. Foram colocadas na revista gravuras originais, principalmente águas-fortes, técnica que Véron apreciava, e que a revista ofereceu como um bônus aos seus assinantes sob a forma de reimpressões. Veron chama Chauvel e Jacquemart, dois renomados aquatintistas. O olhar eclético sobre os temas é típico de Véron, que oferecerá com seu ensaio emblemático L"Esthétique (1878) uma abordagem historiográfica da arte, longe das hierarquias usuais e resolutamente pedagógicas. Três vezes por ano, o leitor recebia um volume de entregas semanais dos últimos quatro meses. Ao longo dos anos a revista foi associada a vários parceiros de publicação, passando para um ritmo bimensal, negociando contratos de copublicação com Charles Delagrave (1875), o editor e político Arthur Ballue (1876-1879), e depois com Jules Rouam (1880-1887). Em novembro de 1881, Véron lançou um suplemento a esta revista, o Courrier de l"Art, que é a coluna semanal de oficinas, museus, exposições e vendas públicas. O desaparecimento de Véron ocorre em 1889. A revista muda a sua apresentação em 1894, inaugurando uma segunda série sob a direção de Émile Molinier e Chauvel. Chauvel foi o diretor artístico desde a morte de Véron. Em janeiro de 1901 Chauvel conseguiu um patrono e colecionador belga. A última sede foi no 41 rue de la Victoire, que havia sido o endereço da imprensa de Arte (livros de editoras, revistas e gravuras) e é aqui que Chauvel, sempre associado a Paul Leroi, lança a última série que termina em julho de 1907, após o número 813 e a morte de Paul Leroi.
Referência: 1709JC007
Local: FR-1-A Indisponível Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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