RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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TORGA. (Miguel) DIÁRIO. [VOLUMES I-XVI]

Volumes I [ao Volume XVI]. Edição do autor. Coimbra. 1976-1993.

16 Volumes de 19,5x14 cm. Com 206, [i]; 205, [ii]; 198, [i]; 198, [i]; 206, [i];  206, [ii]; 206, [i]; 198, [i]; 198, [i]; 198, [i]; 206, [i]; 206, [i]; 206, [i]; 206, [i]; 198, [i]; 203, [ii] págs. Brochados.

Exemplares dos volumes I, II, III,  VI, VII, XII e XIII com sobrecapas amadoras em papel vegetal, impresso destacável de 6.ª Edição no volume I, cartão de convite no volume III, impresso destacável de 3.ª Edição no volume VII, marcador de folhas ilustrado no volume XII, recorte de jornal com o título 'Homenagem a Miguel Torga hoje no Instituto Franco-Português. Orfeu Rebelde.', por Ana Marques Gastão, manchas de humidade e picos de acidez nas capas dos volumes X, XV e XVI.

Os volumes desta obra pertencem a diferentes edições: Vol. I (6.ª Edição); Vol. II (4.ª edição); Vols. III a VIII (3.ª Edição); Vol. IX (2.ª Edição); Vol. X (1ª Edição); Vol. XI e XII (2.ª Edição); Vols. XIII a XVI (1.ª Edição).

Adolfo Correia da Rocha, conhecido pelo pseudónimo Miguel Torga (São Martinho de Anta, 1907 — Coimbra, 1995), foi um dos mais influentes poetas e escritores portugueses do século XX. Torga destacou-se como poeta, contista e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios. Foi laureado com o Prémio Camões de 1989, o mais importante da língua portuguesa.

Do recorte de jornal presente no Vol. XVI, segundo Ana Marques Gastão, Miguel Torga 'Estudioso, na qualidade de médico e criador, dos fenómenos da vida e da morte, o autor de Lamentação encontrou na escrita um instrumento de reflexão tanto sobre a transcendência como sobre o homem português. A dimensão de Torga não é a de um regionalismo limitador, ma de um universalismo franciscano. E as suas tendências ibéricas revelam um escritor repartido entre o sombrio Atlântico e o translúcido Mediterrâneo.'

'É, porém, em O Diário, em prova e verso, com 16 volumes pulicados, que Miguel Torga mais revela a sua estirpe universal, seja na reflexão existencial (...), na crítica social e política (' Portugal não precisa de  ser , de rosto desfigurado, mimeticamente rico por conta do capitalismo internacional. Necessita sim, de, com a fisionaomia própria de sempre, ser remediado ao serviço da humanidade'); na descrição da paisagem ou na apreciação cultural (...). Apesar da sua passagem pela Presença e de ter dirigido, com Branquinho da Fonseca, a Revista Sinal e, depois, Manifesto, Torga foi sempre um homem só, distante de todas as 'capelinhas' literárias. Intrinsecamente serrano na forma como tantas vezes se apropria de um discurso que apela para uma espécie de rudeza arcaica - a faceta telúrica é bem patente em toda a obra - o autor de Cântico do Homem tem um entendimento não só físico mas também filosófico e moral da natureza, esta entendida como espaço mitológico. Quanto a Portugal, permanecerá sempre seu paraíso indomável...'


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Referência: 2204IR247
Local: I-245-B-7

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