RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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FAGAN. (Barthélemy-Christophe) THÉATRE DE M. FAGAN, ET AUTRES OEUVRES DU MESME AUTEUR.

Nouvelle Édition. TOME PREMIER. [TOME SECOND, TOME TROISIÉME, TOME QUATRIÉME]. Théatre François. A PARIS, Chez N. B. Duchesne, rue S. Jacques, au dessous de la Fountaine S. Benoît, au Temple du Goût. M. DCC. LXI. [1761]. Avec Approbation & Privilége du Roi.

4 Volumes de 17,5x10,5 cm. Com [viii], lxi, [iii], 467, [i br.]; [iv], 432; [iv], 368; [iv], 408 págs. Encadernações inteiras de pele com rótulos e ferros a ouro nas lombadas. Cortes das folhas mosqueados a vermelho. Folhas de guardas em papel decorativo.

Frontispício desenhado por Durand e gravado por C. Baquoy no primeiro volume representando. Folhas de rosto impressas a vermelho e preto e com uma pequena gravura calcogravada representando todas as folhas de rosto. Impressão ornamentada com cabeções e iniciais decoradas ao início de cada peça, e florões de remate.

Exemplar com anotação coeva a tinta no rosto do primeiro volume. Pequenas falhas de pele nas lombadas. Etiqueta colada na pasta anterior do terceiro volume. 

No primeiro volume, a página iii está numerada ii, por erro do impressor, no entanto a obra está completa.

Segunda edição póstuma rara e importante da obra completa de Barthélemy-Christophe Fagan, publicada seis anos após a morte do autor pelo principal editor teatral de Paris, Nicolas-Bonaventure Duchesne. Segundo a BNF terá sido organizada por Charles-Étienne Pesselier. Obra fundamental para o estudo da história do teatro francês do século XVIII, publicada originalmente em 1760 e reunindo pela primeira vez a totalidade da produção dramática de Fagan. Foi recentemente reeditada com anotações de Flora Mele e de Gabriele Vickermann-Ribémont (Classiques Garnier, 2020).

Páginas preliminares com dedicatória da viúva e do filho de Fagan a Louis Philippe I, duque d'Orléans, apaixonado mecenas teatral que a partir de 1757 dedicou a sua vida ao patrocínio de actores e músicos; assim como privilégios e aprovações régias.

O primeiro volume abre com extensos paratextos sem autoria mencionada, incluindo o «Éloge historique de M. Fagan» e a detalhada «Analyse des œuvres de M. Fagan», que apresenta descrição e análise crítica de cada peça. Os quatro volumes organizam-se segundo a geografia institucional do teatro parisiense setecentista: os volumes I e II reúnem peças representadas no Théâtre François (o teatro mais prestigiado, dedicado à comédia clássica francesa), incluindo a sua obra-prima «La Pupille» (1734), que obteve 23 representações consecutivas e grande sucesso de crítica; o volume III apresenta o Théâtre Italien (teatro que se especializava em obras com influência da commedia dell'arte italiana); e o volume IV o Théâtre de la Foire (teatro onde se representavam peças populares das grandes feiras parisienses, com espectáculos mais acessíveis ao público comum).

Barthélemy-Christophe Fagan (Paris, 1702 – Paris, 1755), também conhecido pelo pseudónimo Fagan de Lugny, foi dramaturgo francês de ascendência irlandesa. Filho de William Fagan, secretário do rei e controlador da Chancelaria, arruinado pelo colapso do Banque Royale de John Law, dedicou-se ao teatro enquanto mantinha emprego modesto no ofício de consignações do Parlamento de Paris. Escreveu cerca de trinta peças entre 1731 e 1753, destacando-se pela mestria da comédia episódica e pela capacidade de trabalhar simultaneamente nos três teatros rivais de Paris. Morreu aos 53 anos de hidropisia.

Charles-Étienne Pesselier (Paris, 1712 – Paris, 1763) foi um dramaturgo, libretista e economista que trabalhou como cobrador de impostos para o Antigo Regime e foi diretor de uma escola de finanças, dedicando os seus tempos livres à literatura. Autor de comédias bem-sucedidas como «L'École du temps» (1738) e «Ésope au Parnasse» (1739), colaborou na Encyclopédie de Diderot e d'Alembert e organizou as obras completas de Autreau (1749) e Fagan (1760-1761).

Jean Charles Baquoy (Paris, 1721 – Paris, 1777) foi gravador de livros, filho de Maurice Baquoy (c.1680-1747) e pai de Pierre Charles Baquoy (1759-1829), representando três gerações da mais destacada dinastia de gravadores franceses. Especializou-se em ilustração de livros, trabalhando segundo desenhos de artistas como Eisen, Gravelot, Moreau, Boucher, Watteau e Oudry. Executou vinhetas para as Metamorfoses de Ovídio e estampas para as Fábulas de La Fontaine segundo Oudry, num estilo que os contemporâneos elogiavam pela minúcia e acabamento.

Ref:

Catalogue BnF, FRBNF30415190.

Chamfort, Sébastien-Roch-Nicolas de. Éloge de Molière. Vol. II, p. 546. (1776).

Léris, Antoine de. Dictionnaire portatif des théâtres. pp. 573-574. (1763).

Beauchamps, Pierre-François Godard de. Recherches sur les théâtres de France. Vol. II, p. 537. (1735).

 

 

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Referência: 2509SB013
Local: SACO SB264-02


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