RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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MATOS SEQUEIRA. (Gustavo de) AUTO DE SANTO ANTÓNIO.

De..., Interpretação das personágens quinhentistas do «Auto» de Afonso Alvares, acrescentadas estas e transformado e ampliado o texto em versos novos. Interlocutores. O Prólogo. Santo António. Martim de Bulhões. Tareja Taveira. O Diabo. O Anjo. Frei Afonso. Frei Tibúrcio. Garcia Vaz. Brázia Afonso. Fernando. Catarina. O Cónego. Representado no adro da Sé Catedral de Lisboa, por ocasião das Grandes Festas de Lisboa em Junho de 1934. Serviços Industriais da Câmara Municipal de Lisboa. 1934. 

De 23,5x18 cm. Com 23, [i] págs. Emcadernação com lombada em pele e com ferros a ouro. Pastas revestidas sobre papel marmoreado e folhas de guarda em papel decorativo. Preserva as capas de brochura originais. Ilustrado na folha de rosto e na última folha com gravuras a preto e branco de Santo António. 

Exemplar com autógrafo dos interlocutores, com excessão de António Silva, no verso da folha de rosto, ex-líbis de Maria Constância e José De Matos Sequeira no interior da pasta anterior, e ligeiros danos nas charneiras. 

Representado no adro da Sé Catedral de Lisboa, por ocasião das Grandes Festas de Lisboa em Junho de 1934, conta com os seguintes interlocutores em representação: Lisboa (prólogo) por Amélia Rey Colaço (realização); Santo António por Estevam Amarante; Martim de Bulhões, pai de Santo António por Robles Monteiro; Tareja Tavares, mãe de Santo António por Palmira Bastos; O Diabo por Raul de Carvalho; O Anjo por Maria Brandão; Frei Afonso (Frade franciscano) por João Vilaret; Frei Tibúrcio (frade franciscano) por Delmiro Rego; Garcia Vaz (vilão) por António Silva; Brázia Afonso, sua mulher por Maria Clementina; Fernando, moço por Álvaro Benamór; Catarina, moça por Maria Lalande; e O Cónego por José Cardoso. 

Gustavo Adriano de Matos Sequeira (Lisboa, 1880 — Lisboa, 1962), foi um jornalista, político e escritor Olissipógrafo português. Contribuiu e trabalhou em várias áreas, desde o jornalismo, tendo passado pelo jornal “O Século” ao teatro, como autor e Comissário do Teatro Nacional D. Maria II de 1915 a 1936, administração local e central, exerceu o cargo de chefe do gabinete do Ministro das Finanças em 1915. Foi um dos fundadores do Grupo Amigos de Lisboa, em 1936, no qual assumiu, ao longo do tempo, diferentes cargos como a direção da revista "Olisipo", foi membro das mais variadas academias e associações desde a Academia de Belas Artes de Lisboa à Associação dos Arqueólogos Portugueses, passando pela Sociedade Portuguesa de Autores e Compositores Portugueses, atual Sociedade Portuguesa de Autores.

Como olisipógrafo produziu obras como “Depois do Terramoto - Subsídios para a História dos Bairros Ocidentais” em quatro volumes e o 'O Carmo e a Trindade' edição em três volumes, e proferiu inúmeras palestras. No Teatro produziu várias peças, muitas delas adaptadas a rádio e levadas à cena, principalmente no Teatro Nacional D. Maria II, onde tiveram grande êxito.

 

 


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Referência: 2512RS108
Local: SACO RS759-10


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