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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. SARAIVA. (António Ribeiro) CARTAS CONSPIRADORAS.De A. R. Saraiva. Nº. 1. Ao Snr José Etevâo Coelho de Magalhâes. (2 de Agosto, 1842.) Londres: Imprensa de Schulze e Ca., 1844. De 15,8x9,8 cm. Com 168 págs. Encadernação com a lombada em pele, com ferros a ouro e pastas em tela vermelha. Folhas de guarda em papel marmoreado. Exemplar com sinais de manuseamento, carimbo oleográfico de posse na folha de guarda anterior, mês alterado a tinta coeva e uma gralha que vêm Etevâo em vez de Estevâo na folha de rosto, ligeiras manchas de humidade, e um recorte de papel colado no verso da folha de rosto com a seguinte nota a tinta coeva Colecção Completa das Cartas Conspiradoras que se Imprimiram. Encontram-se reunidos neste volume um conjunto de textos satíricos e críticos de António Ribeiro Saraiva, inseridas num período pós-lutas liberais e durante a consolidação do regime constitucional, usadas como ferramentas para criar forte debate político e uma reflexão sobre a sociedade portuguesa da época. Fonte documental e muito importante para a história da sociedade, política e literatura portuguesa do século XIX. Tem junto a última folha impressa, do mesmo autor o seguinte folheto: CONSIDÉRATIONS OFFERTES AUX PARTIS PORTUGAIS MAINTENANT COALISÉS DANS UN INTÉRÊT NATIONAL. Quid Faciendum? Londres: [Imprensa de Schulze e Ca.] 1842. De 11,5x8,5 cm. Com 25 págs. Brochado. Ensaio político que reflete sobre a união dos partidos portugueses em torno de um interesse nacional comum, com o objetivo principal de defender a necessidade de superar divisões partidárias, promover uma colaboração política em prol da estabilidade do país e apelar ao interesse nacional acima dos interesses individuais ou facciosos. Escrito em francês, que era a língua diplomática e intelectual da Europa no século XIX, com a intenção de dialogar com um público mais amplo e culto, dentro e fora de Portugal. António Ribeiro Saraiva de Morais Figueiredo (Sernancelhe, 1800 – Kent, Inglaterra, 1890), fidalgo da Casa Real, bacharel formado em direito e em cânones pela Universidade de Coimbra, escritor, foi jornalista, poeta, encarregado de negócios em Londres e lugar-tenente de D. Miguel I. Filho do desembargador da Casa da Suplicação e conselheiro José Ribeiro Saraiva e de D. Francisca Xavier Constantina de Morais e Macedo. Em Coimbra era geralmente considerado como um poeta muito distinto fazendo parte da sociedade de rapazes estudiosos cujo chefe era António Feliciano de Castilho, depois visconde de Castilho, do qual foi íntimo amigo. Durante a sua emigração, a princesa da Beira D. Maria Teresa, casada em Espanha, o tomou para seu agente particular, empregando-o em contínuas comissões políticas, na Áustria, Baviera, Inglaterra e França, podendo finalmente conseguir que D. Miguel saísse de Viena de Áustria, no que a princesa da Beira empregou toda a sua solicitude e valimento. As suas obras consistem numa imensidade de opúsculos, cartas e artigos em jornais. Foi mais de dois anos correspondente do Journal de la Haye; escreveu também regularmente durante algum tempo a parte da política e notícias estrangeiras para a folha de Dublin The Telegraph, e depois continuou na mesma folha a publicar longas séries de artigos, que produziram principalmente na Irlanda o seu efeito e sensação. Escreveu em Londres no Morning Post, e nos jornais católicos. Ref.: BNP: Cota - RES. 4588 P. Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume VI, págs. 292-294.
Referência: 2603RS026
Local: SACO RS808-13 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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