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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. SILVA CARVALHO. (José da) e António Viana. JOSÉ DA SILVA CARVALHO E O SEU TEMPO. [VOLUMES I-II, DED. AUTOR]Compilação annotada por António Vianna, Socio correspondente da Academia Real das Sciencias. Volume I [Volume II]. Documentos para a Historia Contemporanea. Imprensa Nacional. Lisboa. 1891 e 1894. 2 Volumes de 28,5x21,5 cm. Com [vi], 510, [i]; [viii], vii, 512, [i] págs. Encadernações com lombadas e cantos em pele, com nervos e ferros a ouro. Cortes das folhas carminados à cabeça e folhas de guarda decoradas em papel marmoreados. Incluem fita marcadora em seda. Ilustrado com um retrato fotográfico de José da Silva Carvalho em face da folha de rosto do primeiro volume, sobre papel muito encorpado e protegido por folha de papel vegetal, e de Agostinho José Freire e José da Silva Carvalho no segundo, protegidas por folha de papel vegetal. Apresenta dois fac-símiles desdobráveis, um em cada volume: manuscrito do Imperador D. Pedro IV com instruções da expedição militar ao Algarve, seguidas de um aditamento escrito por Silva Carvalho; autografo em que o Imperador D. Pedro autorizou a supressão dos conventos de religiosos e outras reformas radicais.O segundo volume tem ainda um quadro sinóptico desdobrável onde se publica a constituição dos ministérios de Dom Pedro e de D. Maria II desde 15 de Outubro de 1833 até 10 de Setembro de 1836. Exemplares parcialmente por abrir, aparados só a cabeça, com dedicatória do autor a Academia de Estudos Livres na folha de anterrosto do primeiro volume, ligeiras falhas de pele, etiqueta de David Caeiro Encadernador no interior das pastas anterior, carimbo oleográfico da Bibliotheca da Academia de Estudos Livres Universidade Popular na folha de guarda e de anterrosto, e manchas de humidade próprias do papel. Pasta posterior do 1.º Vol. com pequeno dano. Os volumes tem a seguinte extrutura: advertência, nas preliminares; índice e errata nas folhas finais; Divididos pelos seguintes períodos e temas: Primeiro Volume - Documentos de 1810-1828, induindo notas do compilador; A Emigração (1828-1832: Correspondência de Silva Carvalho sobre os emigrados do deposito de Plymouth; O Cerco do Porto (1832-1833); Primeiro Apêndice; Segundo Apêndice; Terceiro Apêndice; Quarto Apêndice. Segundo Volume - A Ditadura (1833-1834): política externa e gerência militar; Silva Carvalho (1833-1836): A sua acção e o seu plano; Silva Carvalho (1836-1856): Último período da sua vida; Apêndices. Os dois volumes transcrevem um total de 510 documentos políticos, escritos entre 1810 e 1856 por José da Silva Carvalho (1782-1856), estadista, fundador do Ministério da Justiça e, em algumas ocasiões, Ministro da Fazenda. Notabilizou-se como defensor da causa das populações durante as Invasões Francesas e como organizador da revolução de 1820. Aquando a formação de um novo ministério, com a chegada de D. João VI a portugal, foi escolhido para a pasta dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, a qual conservou até á queda da Constituição em Maio de 1823. Foi ainda vice-presidente da Câmara dos Pares, membro da Academia Real das Ciências, e Grão-mestre da Maçonaria. Esta obra precede qualquer biografia deste jurisconsulto devido à dificuldade em biografar uma personagem que teve uma actuação política ao longo de mais de meio século e decorrendo ao longo de seis períodos completamente diferentes, tal como adverte o editor. Foi publicado ainda um Suplemento com 210 páginas, em falta neste exemplar. António José Viana da Silva Carvalho (Lisboa, 1858 - Lisboa, 1931), foi jurista, historiador e poeta português. Neto de José da Silva Carvalho (1782-1856), e também membro da Academia das Ciências de Lisboa. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Na Academia das Ciências de Lisboa foi eleito sócio correspondente da classe de Ciências Morais, Políticas e Belas Letras a 9 de dezembro de 1892. Publicou uma obra de referência intitulada “José da Silva Carvalho e o seu Tempo”, sobre o seu avô José da Silva Carvalho (1782-1856), obra que lhe valeu grande reconhecimento entre os historiadores da época. José da Silva de Carvalho (Vila Dianteira, Santa Comba Dão 1782 - Lisboa, 1856), formado em Direito pela Universidade de Coimbra exerceu advocacia, foi Juiz de Fora de Recardães e Juiz dos órfãos do Porto, auditor do exército e pertenceu à Maçonaria. Foi um dos fundadores do Sinédrio e considerado o seu terceiro membro. Após a revolução de 1820, integrou a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, como secretário com voto nas deliberações e co-encarregado dos Negócios da Fazenda e do Reino, e mais tarde a Junta Provisional Preparatória das Cortes. Foi nomeado, em 1821, para o Conselho de Regência e presidente do Senado de Lisboa. Depois, sucessivamente, foi ministro dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça (1821-1822 e 1832-1834), da Fazenda (1832-1835, 1835 e 1836), e da Marinha e Ultramar (1833). O triunfo do miguelismo fê-lo emigrar para Inglaterra, onde esteve exilado por três vezes, em 1823-1826, 1828-1832 e 1836-1838 (este útimo período devido à Revolução de Setembro. Foi eleito deputado às Cortes, exercendo os seus mandatos em 1834-1836 e 1838-1842. Depois de restaurada a Carta Constitucional, em 1842, entrou para a Câmara dos Pares, onde foi eleito vice-presidente. Exerceu também as funções de Magistrado do Supremo Tribunal de Justiça (em 1840, sendo seu presidente em 1840-1844 e em 1847-1856) e conselheiro de Estado. Referências/References:
Referência: 2606RS001
Local: SACO RS869-04 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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