RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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CANTO. (José do) COLLECÇÃO CAMONEANA DE…

Tentativa de um catálogo methodico e remissivo. Imprensa Nacional. Lisboa. 1895.

De 29x21 cm. Com xi, 357, [iii] págs. Brochado.

Ilustrado com uma fotogravura de Luís de Camões em anterosto.

Exemplar por abrir, oferecido ao editor António Maria Pereira. Apresenta manchas na capa anterior de brochura.

Exemplar da 1ª edição, de uma reduzida tiragem não numerada impressa sobre papel de linho de elevada qualidade e espessura; para oferta personalizada pelo autor com nome de posse impresso “oferecido a António Maria Pereira”. 

Obra bibliográfica fundamental para o estudo das edições camoneanas. José do Canto reuniu 4206 entradas bibliográficas a partir da sua colecção particular e outras dando estampa “antes que chegue o próximo dia do repouso e que o meu pequeno tesouro se disperse, quis efeitar os nomes de quantos em minhas estantes encontrei, alçando a voz, débil ou vigorosa, em glorificação do poeta justamente admirado”.

Inocêncio IV, 287 e XVII, 245: “José do Canto, na sua notabilíssima obra Collecção camoneana (anno 1895), digna de apreço não só pelo que representa em trabalho aturado e importante, mas também pelo luxo e perfeição da impressão. José do Canto, natural da cidade de Ponta Delgada, capital da ilha de S. Miguel (Açores). Nasceu cerca de 1822 duma família ilustre pelo sangue, e ainda mais pelo merecimento, e pelas virtudes sociais. Recebeu a primeira educação em França, no colégio que Sacra-Familia em Fontenay-aux-Roses. Um ataque de nostalgia o fez regressar á pátria. Restauradas as forças, e refocilado o espírito, partiu depois para Coimbra, onde seguiu com distinção os estudos da faculdade de matemática, que se viu forçado a suspender para acudir às obrigações do consorcio, que ajustou com a rica sucessora da casa Taveira da ilha do Faial. É digno de admiração o que tem feito na administração de casa tão opulenta, em proveito da mesma e da agricultura. José do Canto foi sempre a alma, a força, o motor da Sociedade de Agricultura, e por muitos anos seu secretário. Os trabalhos societários, e científicos que dele há publicados no Agricultor Micaelense, mostram-no claramente. Como escritor é substancial e conciso, elegante e correcto”.

Referência: 3005AR569
Local: I-115-I-30


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