RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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VIEIRA, Padre António. ARTE DE FURTAR.

ESPELHO DE ENGANOS, THEATRO DE VERDADES, MOSTRADOR DE HORAS MINGUADAS, GAZUA GERAL Dos Reynos de Portugal. OFFERECIDA A EL REY NOSSO SENHOR D. JOAÕ IV. PARA QUE A EMENDE. Composta no anno de 1652. PELO PADRE ANTONIO VIEYRA ZELOSO DA PATRIA. Correcta, e emendada de muitos erros; e assim também a verá o curioso leytor com as palavras, e regras, que por inadvertencia faltaraõ na passada impressaõ. AMSTERDAM, Na Officina De Martinho Schagen. M. DCCXLIV. (1744).

In 4.º de 21x16 cm. Com xxi, 508 pags.

Encadernação da época inteira de pele com a lombada restaurada.

Gravura do Padre António Vieira retratado em 1697.

Inocêncio I, 307. “A Arte de Furtar foi prohibida em Hespanha por édito da Inquisição de... de Janeiro de 1755, e ahi se declara ser falsamente attribuida ao P. Antonio Vieira. Passou depois para o corpo dos Indices Expurgatorios do mesmo Tribunal e ainda no ultimo, impresso em Madrid, 1790, a encontro a pag. 277, com a mencionada declaração. Excluida assim a idea de que a obra fosse de Vieira, restava indagar a qual dos escriptores seus contemporaneos poderia attribuir-se com maior verosimilhança. Alguns criticos, tractando este ponto talvez com nimia prudencia, não quizeram arriscar a respeito d’elle uma opinião decisiva. Segundo os autores destes estudos a Arte de Furtar tem sido atribuída aos seguintes literatos: P. António Vieira, João Pinto Ríbeiro por Ferreira Gordo, Diogo de Almeida por Alves Sinval Tomé Pinheiro da Veiga por Cunha Rivara Duarte Ribeiro de Macedo citado por Camilo C. Branco Alexandre de Gusmão por Teófilo Braga, António de Sousa de Macedo por Solidónio Leite. Estas opiniões baseiam-se em conjecturas, aceitáveis umas, e outras refutáveis.” … “Arte de Furtar, etc. Amsterdam, por Agostinho Schagen 1744. 4.º de 409 pag. A ser verdade o que se lê na advertencia preliminar da edição de Londres (de que tracto em seguida) ha exemplares com indicações identicas, mas que mostram ser de edições diversas. Distinguem-se uns dos outros por terem estes 508 paginas em vez das 409 d’aquelles, sendo de typo mais graudo, linhas menos juntas, e mais incorrecta na orthographia. Não sendo provavel que no mesmo anno se fizessem duas edições da obra, é de suppor que a segunda seja mais moderna que a outra, com quanto no rosto se lhe conservassem data, e nome do impressor copiadas da antecedente. Creio poder asseverar sem receio, que uma d’estas edições, se não ambas, sahiram na realidade da typographia do impressor João Baptista Lerzo, o mesmo que no anno de 1742 reimprimiu em Lisboa o tractado de Manu Regia de Gabriel Pereira de Castro. Pelo menos é facto averiguado, e de que tenho provas, que este impressor vendeu por aquelles tempos, e a diversos individuos, alguns exemplares da Arte de Furtar, em papel, pelo preço de 1:200 réis cada um.”

 Vieira’s “Art of Stealing, mirror of mistakes, theater of truths, general picklock or passkey of kingdoms, etc”, composed in the year 1652, corrected, Amsterdam, at Martin Schagen, 1744, is an accusation and complaint against the corruption and bribery of the ruling class and state officials. Binding: contemporary full calf recently repaired. Illustrated with engraving of Father António Vieira pictured in 1697. Inocêncio I, 307. "The Art of Stealing was strictly prohibited in Spain by a law of the Inquisition.

Referência: 0903LM010
Local: M-9-A-26


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