RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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RODRIGUES BASTOS. (José Joaquim) MEDITAÇÕES OU DISCURSOS RELIGIOSOS.

Pelo Conselheiro... Adoptados pelo Conselho Superior de Instrucção Publica para uso das escholas. Nona edição. Porto. Em Casa de Cruz Coutinho – Editor. 1863.

De 20x13 cm. com xi, 228 págs.

Encadernação de época, com lombada em pele.

Inocêncio IV 394. “José Joaquim Rodrigues de Bastos, Fidalgo da C. R., do Conselho de S. M., Cavalleiro da Ordem de Christo, Bacharel formado em Leis pela Universidade de Coimbra, etc. N. em Vallongo, no Bispado de Aveiro (?) a 8 de Novembro de 1777. Depois de concluir o curso juridico, foi por algum tempo advogado do numero na Relação do Porto, e entrando na carreira da magistratura como Juiz de Fóra da Villa d’Eixo, serviu successivamente outros cargos, até chegar ao logar de Desembargador do Paço. Foi deputado ás Côrtes Constituintes de 1821, e ás Ordinarias que a estas succederam: e em 1827 Intendente Geral da Policia da Côrte e Reino, e encarregado em diversos tempos de varias outras commissões importantes. tendo de recolher-se á vida privada por occasião do restabelecimento do governo constitucional em 1833, dedicou-se desde então com mais assiduidade á cultura das letras, que tantas vezes serve de conforto em dias de tribulação. No intervalo decorrido até hoje tem dado á luz em beneficio publico varios fructos de sua applicação, cujo acolhimento dentro e fóra do paiz é prova segura do seu abalisado merito. Nem falta entre naturaes e extranhos quem o tenha collocado na primeira linha dos escriptores religiosos do presente seculo. Para a sua bioaraphia veja os apontamentos insertos na Miscellanea Litteraria (porto, 1860) de pag. 49 a 53, pelo sr. M. B. Branco. Veja-se tambem a Revista Peninsular, no tomo II; e quanto aos seus trabalhos como deputado em 1821, a Galeria dos Deputados já muitas vezes citada, de pag. 248 a 251. e. 3712) Meditações, ou Discursos Religiosos. Lisboa, na Imp. Nacional 8.º gr. esta primeira edição, que sahiu sem o nome do auctor, comprehendia sómente os primeiros treze capitulos. teve consumo tão prompto, que logo no anno seguinte se fez segunda edição; e em 1844 a terceira, augmentada com uma nova introducção, e alguns capitulos: todas na Imp. Nacional, e no mesmo formato. seguiu-se a quarta edicão, que não vi, e a esta a quinta, porto, na Typ. de S. J. Pereira 1850. 8.º gr. de XV-310 pag., da qual possuo um exemplar. na mesma cidade se fez a sexta edição, e ultimanente a septima, em 1857. esta obra, adoptada geralmente nas escholas de Portugal, foi traduzida em francez, e publicada com auctorisação do arcebispo de París; e diz-se que o fôra tambem em inglez e italiano.”

Referência: 0906JC088
Local: I-32-B-63


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