RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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DINIZ. (Pedro) DAS ORDENS RELIGIOSAS EM PORTUGAL.

Por… Typographia de J. J. A. Silva. Lisboa. 1853.

De 16x10 cm. com 432 págs.

Encadernação da época com lombada em pele e cantos em tela. Cortes das folhas pintados.

1ª Edição. A 2ª edição foi impressa na mesma tipografia em 1854. 

A folha de anterrosto tem o título: «Obras de Pedro Diniz I»

Exemplar com ex-libris (fotocópia) do 9º Visconde de Chancelleiros e Valle da Gama, nº de inventário 1272 manuscrito e com nº 2888 carimbado na folha de rosto.

Obra fundamental para o estudo da questão das ordens religiosas, cuja extinção em 1834, provocou grande polémica e uma clivagem política e social que só seria apaziguada com a Concordata de 1940.  

O autor explica na página 9: «Procurámos responder ás accusações que se fizeram, e se fazem ainda aos frades de Portugal, e mostrar que, senão em todas, em grande parte ha calumnia, absurdo e odio inveterado, mas sem fundamento. Depois damos uma noticia das ordens que n"estes reinos houve, da sua origem e introducção. Depois ainda apresentâmos alguns casos em que os frades mostraram a sua utilidade, já missionando, já escrevendo e ensinando: e finalmente concluimos, fazendo algumas reflexões sobre a abolição do monachismo, e procurando mostrar que, só uma restituição sisuda das ordens religiosas póde attenuar os tristes effeitos da sua extincção.»

Pedro Diniz ( - 1896) Foi administrador, guarda livros e bibliotecário da Casa dos Viscondes de Valmor, jornalista e autor de livros escolares. Como jornalista foi encarregado por algum tempo do Boletim e Annaes do Conselho Ultramarino, redigiu O Judeu Errante, periódico de modas e literatura amena, em 1860, colaborou desde 1851 em vários jornais políticos e literários, publicados desde 1851; tais como A Justiça, Jornal Mercantil, Futuro, Revista Económica, dita Mercantil, A Opinião, o Archivo Universal e etc.

Inocêncio VI, 403 Engana-se na data da 2ª edição. Em XVII, 198  informa que o autor «por decreto de 7 de abril de 1870 recebêra o grau de official da ordem de S. Tiago, do merito sientifico, literarío e artistico; mas creio que não usou.»

Referência: 0910JC163
Local: I-7-G-27


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