RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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CAMPOVERDE. (Juan de) DEFENSA CHRISTIANA, POLITICA, Y VERDADERA DE LA PRIMACIA DE LAS ESPAÑAS, QUE GOZA LA SANTA IGLESIA DE TOLEDO,

CONTRA VN MANIFESTO, QUE COM TITULO DE MEMORIAL DADO AL REY, HÁ PUBLICADO LA SANTA IGLESIA DE SEVILLA. DIVIDIDA EN TRES PARTES. LA PRIMERA, DECLARA SER EL MANIFESTO MENOS DIGNO DE IGLESIA tan grande. Ser insubsistentes los motivos, que expressa. Ser notoriamente incertas muchas de sus erudiciones. Ser absurdas algunas de sus proposiciones. Ser vna duda, que exita, contraria à la vniversal tradicion, y à la especial, y constante de España, y à la piedad religiosa, y mayor honor de Nacion Española. LA SEGUNDA, TRATA EL PUNTO EN TODA FORMA ESCOLÁSTICA. Contiene diversos Notables, vnos ciertos, y outros, admitimos para la disputa. Refiere vn numero grande de gravíssimos Autores de todas as Naciones, que defienden nuestra sentencia. Propone autoridades constantes, y ciertas de los Reyes de los Sumos Pontífices, y aun de los Concílios Generales. Expressa razones manifiestas, formadas de testimonios, y hechos innegables. LA TERCERA, SATISFACE A TODOS LOS ARGUMENTOS ANTIGUOS, y modernos, y sobre estos previne graves, y muy serias reflexiones. SU AUTOR EL DOUTOR NICASIO SEVILLANO. En Madrid, en la Imprenta Real: Por Joseph Rodriguez de Escobar, Impressor del Rey nuestro Señor, Año 1726.

Fólio de 34x22 cm.

Magnifica encadernação artística da época de Filipe V, inteira de marroquim vermelho (tafilete roxo) com nervos, janelas fechadas, ferros a ouro nas pastas (cercadura com filete duplo) e lombada, super-libris cardinalício toledano, inspirado no frontispício gravado em ambas nas pastas. Corte dourado por folhas. Guardas em papel decorativo.

Belo frontispício gravado, delineado por “Narcisus Thome Architec. Mayor. S. Tolet.” e esculpido por “Didacus a Thome Scup. Tolet. Anno 1726.” (XLIV)-558-(II) págs.

Exemplar com ex-libris de Vicente La Fuente. Impressão muito nítida sobre excelente papel de linho, muito alvo. Existe um exemplar na Biblioteca Nacional de Madrid, com encadernação idêntica, mas com ligeira diferença nos ferros decorativos.

Magnífica obra que se insere nas polémicas que durante longo tempo dividiram as opiniões sobre qual seria a Catedral que teria direito ao título de Primaz das Espanhas. O prestigioso título foi disputado primeiro entre Braga e Toledo e posteriormente depois da separação dos reinos de Portugal e de Castela o título foi disputado entre Toledo e Sevilha, disputa que é documentada por este livro, que defende de forma brilhante os direitos de Toledo.   

Palau 41557.

Referência: 1010LM001
Local: M-8-E-10


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