RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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MACEDO. (José Agostinho de) O HOMEM, OU OS LIMITES DA RAZÃO:

TENTATIVA FILOSOFICA DE… LISBOA: NA IMPRENSA REGIA. ANNO 1815.

In 8º (de 14x10 cm) com 182 pags.

Encadernação da época inteira de pele natural com ferros a ouro na lombada.

Inocêncio IV, 195: “ O Homem, ou os limites da razão: Tentativa philosophica. Lisboa, na Imp. Regia 1815. 8.º de 182 pag. – No catalogo do sr. Marques Torres vem errada esta data, lendo-se 1813.

Padre José Agostinho de Macedo, foi primeiramente eremita augustiniano. Falto de vocação para a vida claustral, suas travessuras, relaxação de costumes e actos repreensíveis praticados com escândalo público, e infracção das regras monásticas, o trouxeram em continua luta com seus confrades, durante mais de doze anos, boa parte dos quais passou em sucessivas reclusões nos cárceres da ordem, e transferências de uns para outros conventos. Exerceu por longos anos em Lisboa o ministério do púlpito, levando a primazia aos prégadores do seu tempo, e colhendo dele meios suficientes para sustentação, sem que jamais solicitasse emprego, ou beneficio eclesiástico, posto que se afirmou, e talvez com bom fundamento, que a sua ambição se elevava até o episcopado. Homem de inegável talento, e de vasta erudição, escritor fecundíssimo, como bem se deixa ver de tantas e tão variadas produções, seria talvez mais querido dos contemporâneos, e a sua memória melhor apreciada da posteridade, se o temperamento atrabiliário que nele predominava, um amor próprio excessivo, ainda que justificável até certo ponto pela reconhecida inferioridade dos seus competidores, e mais que tudo os ódios suscitados pelas querelas politicas, em que tomou com a pena tão activa parte nos seus últimos anos, lhe não alienassem as simpatias de muitos, impossibilitando-os de assentarem a seu respeito um juízo recto e imparcial. Foi pregador régio nomeado em 1802, censor do ordinário nos de 1824 a 1829, sócio da Arcádia de Roma, e da efémera Academia de Belas-Letras de Lisboa, com o nome de Elmiro Tagideo; deputado substituto ás Cortes ordinárias de 1822 pelo circulo de Portalegre; e finalmente nomeado pelo Sr. D. Miguel substituto cronista do reino em 1830. Nasceu na cidade de Beja em 1761, e morreu em Pedrouços em 1831, e jaz na igreja do Convento de N. S. dos Remédios de Religiosas Trinitárias, sito no Largo do Rato”.

Referência: 1303JC106
Local: FR-8-B-11


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