RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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LÉRY. (Jean de) HISTOIRE D’UN VOYAGE FAICT EN LA TERRE DU BRÉSIL.

Nouvelle edition. Avec Introduction & des Notes par Paul Gaffarel Professeur à la Faculté des lettres de Dijon. Alfonse Lemerre, éditeur. Paris. MDCCCLXXX [1880].

2 volumes. In 4º (de 16x9 cm) com [iv], xviii, 218, [iv] e [vi], 214, [vi] pags.

Encadernações da segunda metade do século XX, com lombadas, nervos e cantos em pele, assinadas Jaime M. Alves.

Obra primorosamente impressa com caracteres de reduzidas dimensões, adornada com a marca do impressor nas folhas de rosto, tarjas tipograficas e capitulares decorativas ao longo do texto, sobre papel de linho muito alvo e encorpado.

Jean de Lery participou na gorada tentativa francesa de estabelecer uma colónia no Brasil no séc. XVI (1555-60) conhecida como França Antártica. A expedição foi comandada por Villegagnon e chegou à Baía de Guanabara em 10 de Novembro de 1555. A colónia foi baptizada com o nome de Henriville em homenagem do monarca francês Henrique II.

Lery desembarcou no Brasil em 1557 e foi um observador priveligiado da tentativa de construção da colónia de Henriville, tendo publicado esta obra no regresso à Europa, descrevendo-nos a sua viagem e deixando um dos primeiros relatos europeus sobre a vida e costumes dos nativos e dos europeus na sua adaptação ao continente sul americano e das relações sociais entre ambas as civilizações.

Villegagnon, que teve falta de recursos humanos desde os preparativos para a expedição, recrutou inicialmente mercenários nas prisões francesas em troca de liberdade. Durante a permanência no Brasil e na tentativa de manter a colónia, recruta também, em França, calvinistas perseguidos. Trezentos homens e mulheres, entre os quais se encontrava Lery, aliciados por promessas de liberdade religiosa chegaram á colonia em 26 de Fevereiro de 1557. Villegagnon, mesmo esperando um número maior, acolhe-os afávelmente, mas passados oito meses expulsa-os, acusando-os de heresia e ficando reduzido a um contigente de oitenta homens.

Villegagnon regressa a França em 1559 para se justificar das acusações dos calvinistas, deixando no seu lugar à frente da colónia o seu sobrinho, Bois-le-Comte. Na ausência de Villegagnon, as forças portuguesas comandadas por Mem de Sá destroem a colónia em 1560, tarefa foi concluída por Estácio de Sá em 20 de Janeiro de 1567. Durante esta última fase da campanha, entre 1565 e 1567, ocorre a fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Nicolas Durand de Villegagnon (Provins, 1510 — Grez-sur-Loing, 9 de janeiro de 1571) foi um cavaleiro da Ordem de Malta e diplomata que, como oficial naval, alcançou a distinção e título de vice-almirante da Bretanha. Para além da França Antártica é célebre pelo comando da operação naval francesa que audaciosamente rompeu o bloqueio inglês e trouxe Maria Stuart da Escócia, então com cinco anos, para França.

Referência: 1506JC017
Local: M-11-C-48


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