RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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RIBADANEYRA. (Pedro de) FLOS SANCTORUM

HISTORIA DAS VIDAS, E OBRAS INSIGNES DOS SANTOS. PELO M. R. P. PEDRO DE RIBADENEYRA, Religioso da Companhia de Jesus, e outros Autores. PRIMEYRA PARTE. [E SEGUNDA PARTE] TRADUSIDA DA LINGUA CASTELHANA EM A NOSSA PORTUGUESA PELO LICENCIADO JOAÕ FRANCO BARRETO. OFFERECIDA A’ SACRATISSIMA VIRGEM MARIA VENERADA NA SUA ANGELICA IMAGEM DA MADRE DE DEOS, A QUEM A PIEDADE CHRISTÃ SOLENNIZA NO SEU REAL Convento das Religiosas de Xabregas. LISBOA OCCIDENTAL. NA OFFICINA FERREYRIANA. M.DCC.XXVIII [1728].

2 volumes encadernados num 1 volume. In fólio (de 28,5x20 cm) com [xii]-646 ; [vi]-481-[i] págs.

Encadernação da época em pergaminho flexível, um pouco cansada.

Folha de rosto impressa a duas cores (preto e vermelho). Texto a duas colunas ornamentado com cabeções, florões de remate e iniciais decoradas.

Exemplar com assinatura de posse coeva no interior da pasta anterior.

Nas 12 folhas preliminares inumeradas: Dedicatória do impressor Manuel Lopes Ferreira à Virgem Maria, índice das vidas dos santos, licenças e nas 6 folhas inumeradas do 2º volume índice das vidas dos santos e licenças.

O Padre Pedro de Ribadeneira é um dos mais importantes historiadores jesuítas da primeira fase da Companhia. As suas obras tiveram uma grande divulgação, em todo o mundo com numerosas edições e traduções. João Franco Barreto foi um polígrafo, poeta, historiador, tradutor e um dos mais importantes críticos e historiadores literários do século XVII, que editou e estudou aprofundadamente a obra de Camões.

Tradução de grande fidelidade e qualidade. Franco Barreto distinguiu-se pela excelência das suas traduções entre elas a Eneida de Virgílio e esta célebre obra de Ribadeneira. 

Terceira edição muito rara da qual Inocêncio não viu nenhum exemplar, referindo-a só por informações de terceiros, como se pode ver pela transcrição que se segue.  

Inocêncio. III, 379-379. JOÃO FRANCO BARRETO, Licenceado em Direito Canonico pela Universidade de Coimbra. Depois de seguir por algum tempo a vida militar, foi Secretario da embaixada mandada a França por el-rei D. João IV; e ultimamente, depois de enviuvar, tomou ordens ecclesiasticas, e exerceu as funcções de Vigario da vara no Barreiro, sendo nomeado para este cargo em 1648. N. em Lisboa no anno de 1600; os seus biographos não apontam a data do obito, porém sabe-se que ainda vivia em 1674. V. a seu respeito o Ensaio Biogr. Crit. de Costa e Silva, no tomo V, pag. 267 a 297. 

828) (C) Flos Sanctorum, Historia das vidas e obras insignes dos Sanctos. Parte 1.ª pelo P. Pedro de Ribadeneyra, da Companhia de Jesus, e outros auctores. Traduzido de castelhano em portuguez. Lisboa, por Antonio Craesbeeck de Mello 1674. fol. Ibi, por Manuel Lopes Ferreira 1704. fol. 2 tomos. (Advirta-se que n"esta edição estão errados os numeros das pag. de 221 em diante, porque a seguinte que devia ter 222, tem 242, e assim prosegue na continuação do volume.)

Inocêncio. X, 264-265. O visconde de Azevedo, na serie de informações e additamentos com que obsequiou o auctor d’este Dicc., escrevia a respeito do Flos Sanctorum, de Ribadeneyra (n.º 828): - « O Barbosa Machado, e o Salgado, e Farinha, quando nomeiam a edição do Flos Sanctorum, traduzido por Franco Barreto, de 1674, dizem que é impressa por Antonio Craesbeck de Mello, e isto mesmo se lê no seu Dicc.; mas eu tenho aquella edição de 1674 em dois volumes, ou partes, quando todos a dão em um só volume, ou em um só tomo ou parte. Demais, o impressor não é Antonio Craesbeck, mas sim Antonio Rodrigues de Abreu, e á custa de Francisco de Sousa, mercador de livros. Acrescenta v. ex.ª uma edição de 1704 em dois tomos, de que os primeiros auctores citados não fallam, e diz que de pag. 221 passa a pag. 242, em logar de 222, como devia ser... Ora, é justamente o que no 2.º tomo d’esta minha edição de 1674 se vê, mas não salta de pag. 221 a 242, e sim de pag. 220 a pag. 241». Não posso assegurar, se o fallecido visconde de Azevedo, na sua informação sobre o exemplar que possuia, tambem se equivocou com respeito aos impressores da edição de 1674, pois não sei se Rodrigues de Abreu imprimiu só a 2.ª parte, ou se imprimiu as duas, conforme dá a entender o illustre bibliophilo. No exemplar que existe na bibliotheca nacional e tive occasião de examinar, a 1.ª parte da edição de 1674 saíu effectivamente da officina de Antonio Craesbeck de Mello, e a 2.ª da de Antonio Rodrigues de Abreu, e ambas à custa do mercador de livros Francisco de Sousa. N’esta 2.ª parte é que se nota, com effeito, o erro da paginação (de 220 a 241), mas este erro vem declarado no extremo da pag. 220, em typo maior que o do texto. 

Referência: 1603PG067
Local: M-8-D-45


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