RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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FARIA E MAIA. (Carlos Roma Machado de) NOSTALGIA AFRICANA.

Por … Antigo Engenheiro-Director e Inspector de Obras Públicas e Minas das Colónias, Director e Fiscal de Caminhos de Ferro em África, Membro do antigo Conselho Superior Técnico de Obras Públicas e Minas das Colónias e do Instituto da União Colonial Internacional Belga. Coronel de Engenharia Reformado.

Verídicas Narrativas da Guerra Anglo - Bóer na Fronteira entre Lourenço Marques e o Transvaal. - Da primeira travessia de África, em Caminho de Ferro. - De Viagens fluviais e terrestres em África. - De Cenas da vida, costumes e sentimentos de europeus, mestiços e indígenas em África. - Versos de um velho colonial recitados no CT 1 AA. Oficinas Fernandes.

Lisboa. 1936. De 24x17 cm. com xxii, 322 págs. Brochado. Muito ilustrado no texto com fotografias feitas pelo autor.

Obra rara muito importante para o conhecimento da acção de Portugal em Angola e Moçambique durante a primeira metade do Século XX. É especialmente valiosa porque o autor não esconde as falhas dos governos e da administração portuguesa e a mentalidade limitada de alguns portugueses que lá viviam (os colonos a princípio não queriam o caminho de Ferro e depois passaram a exigir a construção de estações ao pé das casas de cada um).

Por outo lado Faria e Maia revela um grande conhecimento das populações indígenas e tem uma visão sobre as características das raças negras esclarecida e muito avançada para o tempo, dando grande destaque à descrição da vida e dos costumes dos muitos membros daqueles povos com quem conviveu.

O autor (1861-1953) oriundo de ilustre família açoriana exerceu as mais diversas funções em Angola e Moçambique entre 1897 e 1929, nomeadamente as relacionadas com a instalação do Caminho de Ferro de Benguela, os trabalhos de delimitação da fronteira sul de Angola, ao longo do Rio Cunene, que incluiu a participação num convénio internacional na Cidade do Cabo, viagens por via fluvial e terrestre para avaliar a navegabilidade e curso dos rios e as possibilidades de construir estradas. Elaborou também diversos projectos de edifícios e acompanhou a respectiva construção.

A páginas 53 a 55 o autor fornece um versão diferente da mais divulgada, sobre a fundação da cidade do Huambo, que é atribuída ao general Norton de Matos, afirmando que foi ele, juntamente Mariano Machado e o negociante António da Costa, que escolheram o local, tendo sido ele a elaborar a planta da futura cidade que depois foi aprovada por Norton de Martos então Governador Geral de Angola.

Referência: 1609PG025
Local: 9-4-B-70


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