RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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PINHEIRO E ARAGÃO. (Manuel Pedro Tomás) ELEGIA À DEPLORAVEL MORTE DO INSIGNE POETA MANUEL MARIA DE BARBOSA DU BOCAGE;

NATURAL DA VILLA DE SETUBAL. À SUA SAUDOSA MEMORIA OFFERECIDA POR M. P. T. P. e A: aliás Almêno Tagideo, APAIXONADISSIMO ELOGIADOR, E ADMIRADOR D SEU ESTRO. LISBOA. NA IMPRESSÃO REGIA. M. D. CCC. V. Por Ordem Superior.

In 8º de 20x15 cm. com 15, [i] Págs. Brochado. Ilustrado em extratexto com retrato de Bocage finamente aberto em chapa de metal desenhado e gravado por D. F. Silva no Arco do Cego.

Opuscúlo poético em memória de um dos maiores poetas portugueses. Além da elegia em decassílabos brancos, contém 3 sonetos, uma paráfrase de versos de Horácio e uma prefação do autor. 

Raríssimo com a gravura, que não aparece na maioria dos exemplares, e que nem Inocêncio nem Ávila Perez referem.

Manuel Pedro Thomás Pinheiro e Aragão (Lisboa 1773 – 1838). Professor régio de filosofia de gramática latina e portuguesa em Portalegre e Lisboa, director de um colégio e funcionário na Contadoria do Arsenal do Exército. Adoptou o nome arcádico de Almêno Tagideo. Era primo de António Maria do Couto com quem publicou uma obra em conjunto.

Avila Perez, 5892. (sem gravura)

Inocêncio VI, 77. 1164) Elegia á deploravel morte do insigne poeta M. M. B. du Bocage. Lisboa, Imp. Regia 1805. 8.º de 15 pag.

Referência: 1701PG022
Local: M-5-C-6


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