RUGENDAS, Maurice. HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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CASTRO. (Mário) ALENTEJO, TERRA DE PROMISSÃO.

Linha geral de um pensamento agrário. [Por … ] Advogado «Isto pensava, isto escrevo; isto tinha na alma, isto vai no papel; que doutro modo não sei escrever». Garret, Viagens, II da «Colecção Lusitânia», pág. 26. Tipografia da seara Nova. Lisboa. 1933.

De 19,5x13 cm. com 255, [v] Brochado.

Obra com dedicatória impressa aos pais e mulher do autor e ao poeta Afonso Duarte.

Exemplar contém uma carta dactilografada de A. S. datada de Janeiro de 1951, agradecendo a oferta do livro e tecendo grandes elogios ao autor.

Conjunto de textos de 6 conferências, em que pelo menos a primeira foi proferida no Grémio do Alentejo, em 29 de Novembro de 1930.

Nelas o autor, que integrava o grupo da Seara Nova, defende que a solução para a questão agrária no Alentejo era parcelar as grandes propriedades de forma a permitir que todas as famílias fossem proprietárias de terras. Entra por isso em polémica com Pequito Rebelo do Integralismo Lusitano que considerava a grande propriedade no Alentejo um fatalismo.

Trabalho muito interessante para um problema que foi sempre motivo de grandes debates.

Referência: 1703PG065
Local: 8-10-E-18


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