RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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RAMALHO ORTIGÃO. (José Duarte) O CULTO DA ARTE EM PORTUGAL.

Monumentos architectonicos. Restauração. Desacatos. Pintura e esculptura. Artes Industriaes. O genio e o trabalho do povo. Indifferença official. Anarchia estheticas. Desnacionalização da arte. Dissolução dos sentimentos. Urgencia de uma reforma. Segunda Edição. Livraria Francisco Alves, Rio de Janeiro e Livrarias Aillaud e Bertand. Paris e Lisboa. S/d. [1918?]. 

De 18x12 cm. com 196 págs.

Encadernação da época com lombada com nervos e ferros a ouro e cantos em pele. Ilustrado com retrato do autor em extratexto sobre papel couché.  

Exemplar rubricado pelo procurador dos herdeiros do autor, Vasco Ortigão e com notas marginais a lápis.  

Contém uma dedicatória impressa do autor à Comissão dos Monumentos Nacionais, que já constava na 1ª edição de 1896.  

Obra com um texto que defende a conservação e valorização do património que – segundo António Valdemar – mantém muitos aspectos actuais, tratando-se do primeiro manifesto pelo património em que a concepção do mesmo ultrapassa o conceitos de património construído; valorizando tanto o património natural como a criação erudita e popular sem estabelecer compartimentos entre as artes maiores e menores.

O autor apresenta uma proposta para o destino que deve ser dado aos Jerónimos, que veio a ser a adoptada até aos dias de hoje, nomeadamente a instalação de um museu naval.  

Referência: 1805PG063
Local: I-7-B-26


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