RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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ALMADA NEGREIROS. (António Lobo de) HISTORIA ETHNOGRAPHICA DA ILHA DE S. THOMÉ.

Antiga Casa Bertrand. José Bastos. Lisboa. 1895.

De 22,5x15 cm. Com 369, [vii] págs. Brochado. presisa de ser encadernado.

Ilustrado no texto com gravuras e em extratexto com um mapa desdobrável das observações metereológicas e com fotografias sobre papel couché. 

Exemplar com as capas de brochura cansadas, falta da parte superior da folha de rosto, que foi rasgada para ocultar a pessoa a quem Almada Negreiros dedicou a obra ficando vísivel apenas a sua assinatura.  

Obra muito rara e de grande importância para o estudo da história, das questões do trabalho indígena, da etnografia, da linguística e da antropologia de São Tomé.    

Está dividida em duas partes: História e tradição e Etnografia Sãotomense. Cada uma delas está dividida em vários capítulos sobre as paisagens da ilha, sobre a proveniência dos indígenas, a habitação e família, usos e costumes, a religião, a medicina, os serviçais, os angolares, e sobre o dialecto de São Tomé.    

António Lobo de Almada Negreiros (Aljustrel 1868 - Paris 1939) Poeta, jornalista, funcionário público e escritor sobre temas coloniais. Foi pai de Almada Negreiros.

Começou a sua vida profissional nos Correios e Telégrafos, onde trabalhou, desde 1884 a 1890, neste ano, foi nomeado Administrador do Concelho de S. Tomé, cargo que desempenhou até 1899, acumulando, durante os anos de 1892 e 1893, com as funções de delegado do procurador da Coroa e Fazenda nas duas varas do mesmo concelho.

Em 1899, foi encarregado, pelo governo, de organizar a representação das colónias portuguesas na Exposição Universal de Paris de 1900, e posteriormente, na Exposição Colonial de 1906, também em Paris. Entretanto, em 1905, fundara naquela cidade o Museu Colonial de Portugal.

Com a proclamação da República, o governo de Lisboa nomeou-o encarregado dos serviços de propaganda de Portugal em Paris, com a categoria de vice-cônsul, cargo de que foi exonerado, em 1918, pelo governo de Sidónio Pais. A partir daí ficaria a viver na capital francesa apenas como jornalista.

Além de ter fundado diversas publicações periódicas quando ainda estava em Portugal, em Paris escreveu para numerosos orgãos de comunicação portugueses (em especial, O Século) franceses, belgas, alemães, ingleses, suiços, holandeses e foi correspondente de guerra para agências de informação americanas.

Publicou, entre outras, as seguintes obras:

LA MAIN-D'OEUVRE EN AFRIQUE. Mémoire présenté au Congrès Colonial International de 1900 à Paris, à la Séance du 3 Août. Secrétariat Général du Congrès. Paris. 1900.

ILE DE SAN-THOMÉ : AVEC CARTES. Augustin Challamel. Paris. 1901.

COLONIES PORTUGAISES : ANGOLA : BRÈVE NOTICE. Imp. Alcan-Lévy, Paris. 1901

L" AGRICULTURE DANS LES COLONIES PORTUGAISES. Augustin Challamel. Paris. 1905.

LES COLONIES PORTUGAISES : ÉTUDES DOCUMENTAIRES, PRODUITS D" EXPORTATION. Augustin Challamel. Paris. 1907.

L "ORGANISATION JUDICIAIRE DANS LES COLONIES PORTUGAISES. Inst. Colonial International. Bruxelles. 1908.

L "INSTRUCTION DANS LES COLONIES PORTUGAISES. Eta. Généraux d'Imprimerie, Bruxelles. 1909.

LES ORGANISMES POLITIQUES INDIGÉNES. Augustin Challamel. Paris. 1910.

PORTUGAL NA GRANDE GUERRA : CRÓNICAS DOS CAMPOS DE BATALHA. Garnier. Paris. 1917.

Referência: 1908RL077
Local: I-106-B-7


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