RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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CERVANTES SAAVEDRA. (Miguel de) D. QUICHOTE DE LA MANCHA.

Por ... Traductores Viscondes de Castilho e de Azevedo. Com os desenhos de Gustavo Doré gravados por H. Pisan. Volume Primeiro. [Volume Segundo]. Imprensa da Companhia Literária. Porto. M DCCC LXXVI. [1876].

2 Volumes de  42x33 cm. Com xxxiv, [ii], 415; [iv], 502 págs. Encadernações com ferros a ouro. Folhas de guarda em papel de lustro creme. Encadernação com pequenos desgastes em especial nos cantos. 

Ilustrado, em extratexto sobre papel mais encorpado, com 120 gravuras de Gustavo Doré gravadas por H. Pisan e, no texto, todos os prólogos, a dedicatória e os 126 capítulos que integram a obra estão ilustrados com gravuras dos mesmos autores a encabeçar e a rematar cada um deles. 

Contém um prefácio de Manuel Pinheiro Chagas, que homenageia o falecido tradutor Visconde de Castilho, a biografia de Cervantes e uma apreciação da obra.  

Esta obra prima da literatura mundial de todos os tempos tem encontrado um vasto número de leitores desde a sua primeira edição e desde esse tempo exerce uma profunda influência na cultura, no pensamento e nas artes de todo o mundo. As figuras dos seus dois personagens principais são universalmente reconhecidos. A universalidade da obra radica na autenticidade com que bebe as suas características de um conhecimento e vivência viscerais da cultura espanhola. Durante muito tempo visto como uma crítica demolidora aos romances de cavalaria, a moderna crítica, pelo contrário, veio a reconhecer na obra uma homenagem a esses romances, que tiveram uma forte influência no cultura peninsular.      

Miguel de Cervantes Saavedra (Alcalá de Henares 1547 - Madrid 22-04- 1616) novelista, poeta e dramaturgo espanhol é um dos grandes génios literários de todos os tempos e além da sua obra prima escreveu muitas outras obras, como contos, novelas curtas, teatro e poesia que só por si já o tornariam um dos maiores escritores espanhóis.

A sua vida foi muito díficil e aventurosa. Depois de um duelo, em 1569, fugiu para Roma, em 1571 participa de forma heróica na Batalha Naval de Lepanto, onde é gravemente ferido, ficando com a mão esquerda inutilizada, em 1575 é capturada por piratas argelinos, e fica em cativeiro até 1581. Entre 1581 e 1583 viveu em Lisboa para estar próximo do rei D. Filipe II e da Corte, em 1587 é nomeado Comissário Real para tratar do abastecimento da Armada Invencível, que se aprestou em Lisboa e em 1597 esteve preso por dívidas.   

Nas suas obras demonstra em vários passos a sua admiração por Portugal e pelos portugueses e o sua descrição e elogio de Lisboa são muito célebres.   

Palau (1990) II, 174.

Monteverde 1577.  

 

Referência: 1911PG003
Local: SDC


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