RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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LASSAIGNE. (Jacques) e WEELEN. (Guy) VIEIRA DA SILVA.

Publicações Europa-América. Barcelona. 1978.

De 29x24,5 cm. Com 344 págs. Profusamente ilustrado no texto impresso sobre papel couché muito encorpado.

Encadernação do editor com sobrecapa de proteção ilustrada e uma segunda sobrecapa de protecção em plástico transparente.

Obra composta nas oficinas da Gráfica Europam e impressa por La Polígrafa, em Barcelona. 

Traduções dos textos originais por Maria Teresa Tendeiro e Rui Mário Gonçalves.  

Magnífica edição de grande qualidade gráfica imprescindível para o estudo e conhecimento da vida e da obra de uma das maiores pintoras portuguesas do século XX. 

Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa 1908 - Paris 1992) Na Academia de Belas-Artes, em Lisboa, estudou desenho e pintura e anatomia na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Em 1928 foi residir para Paris, onde estudou com Fernand Léger, e trabalhou com Henri de Waroquier (1881-1970) e Charles Dufresne.

Em Paris conheceu o seu futuro marido, o também pintor Árpád Szenes, húngaro, com quem se casou em 1930. Realizou inúmeras viagens à América Latina para participar de exposições, como em 1946 no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). Residiu por um longo tempo no Rio de Janeiro, durante a Segunda Guerra Mundial e no período pós-guerra. No Brasil, entraram em contacto com importantes artistas locais, como Carlos Scliar e Djanira. Ambos exerceram grande influência na arte brasileira, especialmente entre os modernistas.

Foi autora de uma série de ilustrações para crianças que constituem uma surpresa no conjunto da sua obra. Kô et Kô, les deux esquimaux, é o título de uma história para crianças inventada por ela em 1933.

Mais tarde a artista viveu e trabalhou em Paris, no número 34 da rua de l"Abbé Carton, no XIV bairro da cidade. A partir de 1948 o Estado Francês começa a adquirir as suas pinturas e em 1956 tanto ela como o marido obtêm a nacionalidade francesa. Em 1960 o Governo Francês atribui-lhe uma primeira condecoração, em 1966 é a primeira mulher a receber o Grand Prix National des Arts, a 9 de Dezembro de 1977 é agraciada com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant"Iago da Espada, em 1979, torna-se Dama da Ordem Nacional da Legião de Honra de França. 

 

Referência: 1911RL173
Local: I-59-G-12| SACO SA05


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