RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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LOBO SOROPITA. (Fernão Rodrigues) POESIAS E PROSAS INÉDITAS.

Com uma prefação e notas de Camillo Castello-Branco. Typographia Lusitana. Porto. 1868.

De 17,5x11,5 cm. Com xxxviii, 185 págs. Encadernação com lombada, cantos e nervos em pele e ferros a ouro.

Jurisconsulto e muito apreciado advogado em Lisboa, que viveu entre os fins do século XVI e princípios do XVII.

Lobo Soropita estudou em Coimbra formando-se em leis, e na universidade teve fama de estudante folgazão e trocista. Exerceu advocacia para Lisboa, e aqui se relacionou com Luiz de Camões. Cabe-lhe a honra de ter sido ele o compilador da primeira edição das Rimas (1595) de Camões, acompanhada de um prólogo da sua autoria onde faz uma apreciação da obra do grande poeta.

Dois anos depois, publicou um trabalho de jurisprudência, Informação de Direito (1597). Como prosador era dotado de uma linguagem coloquial e leve. Autor de belas poesias líricas, sobretudo sonetos, Fernão Rodrigues Lobo Soropita é um dos mais genuínos e interessantes poetas portugueses do início do século XVII. Ocupa o maior espaço no Cancioneiro Fernandes Tomás (manuscrito), com muitos sonetos, redondilhas, oitavas, uma canção, um hino, uma ode, um labirinto, elegias, uma sátira, glosas, cartas e outras prosas.

Em 1868 saiu no Porto este volume de inéditos de Fernão Rodrigues Lobo Soropita, com uma prefação e notas de Camilo Castelo Branco.

Referência: 2003NL054
Local: SACO NL3


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