RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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CHRONICA DO CONDESTABRE DE PORTUGAL DOM NUNALVREZ PEREYRA

PRINCIPIADOR DA CASA DE BRAGANÇA. Sem mudar dantiguidade de suas palauras, nem estilo. E deste inuictissimo Condestabre procedem el Rey Dom Ioão terceiro, & o Emperador Carlos V. Reys, Principes, Potentados, & grandes Senhores da Christandade, desta nossa Europa. Typographia Constitucional. 1848.

De 24,2x17 cm. Com [vi], 273 págs. Encadernação da época com a lombada em pele, com nervos e ferros a ouro.

É a 4ª edição desta biografia de D. Nuno Álvares Pereira realizada a partir da edição de 1623. A 1ª edição foi publicada na cidade de Lisboa, em 1526, a 2ª edição saiu em 1554, a 3ª edição foi publicada em 1623. 

A Crónica escrita no século XV, por um autor anónimo, é uma das fontes mais importantes para o estudo da vida de D. Nuno Álvares Pereira.    

D. Nuno Álvares Pereira (1360 - Lisboa 1431) é uma figura mítica da história de Portugal e reune em si as mais altas categorias da esfera profana e do âmbito religioso, como herói e santo.

Foi uma figura decisiva na crise de 1383-1385, em que Portugal assegurou a sua independência. Depois da vitória dos Atoleiros, em 1384, foi nomeado Condestável do Reino, nas Cortes de Coimbra, em que D. João, Mestre de Avis, foi aclamado como rei de Portugal. Em 14 de Agosto de 1385 deu-se o confronto decisivo, na Batalha de Aljubarrota, onde os castelhanos foram definitivamente derrotados. Obteve mais vitórias até 1411, ano em que foi celebrada a paz. 

Participou na Conquista de Ceuta, em 1415 e dedicou o resto da vida á caridade e à religião. Já em 1393 tinha distribuído terras pelos seus companheiros de armas. Em 1422 distribuiu os seus bens e títulos pelos netos, em 1423 professou no Convento do Carmo, que tinha mandado construir, com o nome de Nuno de Santa Maria e passou o resto da vida a ajudar os mais pobres.     

Foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918, pelo Papa Bento XV e canonizado em 26 de Abril de 2009, pelo papa Bento XVI.          

Inocêncio II, 110-111. 

Referência: 2003PG094
Local: I-216-H-6


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