RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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SUPICO DE MORAIS. (Pedro José) COLLECÇÃO POLÍTICA DE APOTHEGMAS, OU DITOS AGUDOS, E SENTENCIOSOS.

Novamente Impressa, correcta, e illustrada: PARTE I. Dedicada à Augusta, e Real Magestade do Fidelissimo Rey Nosso Senhor D. JOAÕ V. Por PEDRO JOZÉ SUPPICO de Moraes Seu Moço de Camera. COIMBRA: Na Officina de Francisco de Oliveira, Impressor do Santo Officio. Anno de 1761. Com todas as licenças necessarias.

2 Volumes in 8º de 20,6x15,7 cm. Com [viii], 462; [viii], 464 págs. Encadernações da época com, rótulos, nervos e ferros a ouro.  

Exemplar com acastanhamento das folhas devido à qualidade do papel, com pertence manuscrito da Livraria de António Feliciano de Castilho e com a respectiva cota, na frente da segunda folha de guarda, com um registo manuscrito da pessoa a quem esta obra foi oferecida, pelo Visconde de Castilho em 19 de Março de 1890 e com um buraco nas páginas 345 a 360, que foi restaurado com papel de diferente qualidade e o texto em falta reproduzido em letra coeva. Com mancha de humidade nas folhas iniciais do segundo volume. Os dois volumes com sublinhados a lápis azul no texto.  

Rara 3ª Edição desta obra. A 1ª Edição foi publicada em 1729 e a segunda edição em 1732-33. 

Pinheiro Chagas considerava Supico de Morais um escritor notável. Esta obra foi pensada pelo autor como um repositório de ditos agudos e sentenciosos que serviam, aos que frequentavam meios sociais mais elevados, para embelezar e tornar mais interessante a conversação, ou como diz Supico no prólogo - «fazer plausível uma douta conversação». 

Contém ditos de muitas personagens históricas do mundo antigo e da Europa, de reis portugueses, de nobres, do Padre António Vieira, de familiares do autor, de Fr. António das Chagas,   

Muito importante para o estudo da época do Antigo Regime, dos costumes e mentalidade dos membros das elites, que depois influenciavam o comportamento das outras classes. É também importante para o estudo da poesia barroca, da difusão da literatura do mundo clássico em Portugal, o poeta latino Marcial é citado muitas vezes e para o estudo .            

As folhas preliminares do 1ª volume contêm a dedicatória ao rei D. João V, um prólogo, as licenças e a Protestação do Autor. O índice ocupa as páginas 445 a 462. As folhas preliminares do 2ª volume contêm a dedicatória ao Infante D. Francisco um prólogo, as licenças e a Protestação do Autor. O índice ocupas as páginas 410 a 462.  

Pedro José Supico de Morais (Bragança ? - Galiza ?) Foi Moço de Cãmara do Rei D. João V e do Infante D. Francisco, sabe-se muito pouco da sua biografia e pelo testemunho do Bispo do Grão Pará, nas suas memórias publicadas por Camilo Castelo Branco, foi assassinado na Galiza. Inocêncio e Barbosa pensam, sem certeza absoluta, que teria nascido em Lisboa, no entanto o autor refere várias pessoas da sua família, todas ligadas ao distrito de Bragança, como por exemplo o seu tio Padre José Supico,      

Inocêncio VI, 425 e XVII, 211 e 212.  

Barbosa Machado III,  

Referência: 2103PG006
Local: M-16-D-17


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