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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. QUEVEDO E CASTELO BRANCO. (Vasco Mousinho de) AFFONSO AFRICANO. [2.ª EDIÇÃO]POEMA HEROICO: Da presa d’Arzilla, e Tanger. DIRIGIDO A D. ALVARO DE SOUSA, Capitaõ da Guarda Alemãa de S. Magestade, & c. AUTOR VASCO MAUSINHO DE QUEBEDO, Natural de Setubal. LISBOA Na Officina Patrarchal de Francisco Luiz Ameno. M. DCC. LXXXVI. [1786]. De 15x10,5 cm. Com [x], 297 págs. Encadernação da época inteira de pele. Segunda edição, muito rara. Não inclui o prólogo do autor presente na primeira. Vasco Mousinho de Quevedo e Castelo Branco (ca. 1570, Setúbal – ca. 1619) foi um poeta português formado em Direito Canónico e Civil pela Universidade de Coimbra. Afonso Africano é uma das suas principais obras — poema épico ao gosto d’ Os Lusíadas publicado em Lisboa em 1611, com segunda edição em 1786. Segundo Manuel de Faria e Sousa e Almeida Garrett, esta obra é considerada uma das melhores no seu género. Embora partilhe muitas semelhanças, nomeadamente a nível formal, com o épico de Camões, destaca-se pela mudança estilística e ideológica (marcada pela Contra-Reforma), através da recorrência à alegoria moral e religiosa — é relatado o cerco a Arzila e a conquista de Tânger por D. Afonso V, ação que é transfigurada na conquista da cidadela da sua própria alma. Inspirado em sonhos por uma donzela, a Fé, o protagonista força cinco portas, que representam os cinco sentidos, mediante a luta entre cavaleiros cristãos e mouros, cujos emblemas representam outras tantas virtudes ou vícios opostos. Ref.: Inocêncio VII, 409, 33; XX, 2. Bibliotheca Lusitana III. Referência: 1005CS031
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