RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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CARDOSO. (Jerónimo) HYERONIMI CARDOSI DICTIONARIUM LATINUM ET LUSITANICUM, ET LUSITANICO LATINUM

QUANTA MAXIMA FIDE, AC diligentiâ accuratissimè expurgatum. Edictio Novíssima. CONIMBRICAE. Ex Officina, JOANNIS ANTUNES, M. DC.XCV. (1695) In 4.º de 20x15 cm. com (ii)-850-(ii) pags. Encadernação da época inteira de pele com nervos e ferros a ouro na lombada. Rosto impresso a duas cores. Embora conste no rosto “Cum Superiorum Permissu” este exemplar não contem licenças ou prólogo, no entanto os cadernos parecem completos. Visto que não existe exemplar desta edição na Biblioteca Nacional ou referenciado por Inocêncio, não foi ainda possível confimar a colação. Inocêncio III, 258. “JERONYMO CARDOSO, famoso Mestre de Humanidades na Universidade de Lisboa, antes da sua transferencia para Coimbra no reinado de D. João III. Foi natural de Lamego, e m. em Lisboa no anno de 1569. Se houvermos de dar credito a Barbosa, é d'elle o 118) (C) Dictionarium Latino-Lusitanicum & vice-versa Lusitanico-Latinum. Conimbricæ, excussit Joannes Barrerius 1570 (posto que realmente estivesse já impresso desde o anno antecedente). 4.º Porém Manuel de Faria e Sousa no seu Catalogo manuscripto de escriptores portuguezes, que viu o P. João Baptista de Castro, affirma que houve dous auctores d'este nome, dos quaes o primeiro fôra natural de Villa-real e que a este se deve o Diction. Latino-Lusit., que ordinariamente se attribue ao segundo, natural de Lamego quando este não fez mais que accrescentar algumas cousas ao que o outro escrevêra. É comtudo de admirar que Barbosa se não fizesse cargo d'esta duplicação, tendo, como teve, presente o referido Catalogo de Manuel de Faria! Emfim, seja como fôr, o Diccionario sahiu posthumo, e foi impresso por diligencia de Filippa Cardosa, viuva que ficou do Jeronymo lamecense. Foi então dedicado a el-rei D. Sebastião, que parece concorrêra com as despezas d'esta primeira edição. Era o primeiro vocabulario d'este genero que se imprimia para subsidio do estudo das linguas latina e portugueza e por isso mereceu extraordinaria acceitação o que bem provam as repetidas reimpressões que d'elle se fizeram, ainda depois de apparecer o outro Diccionario de Agostinho Barbosa, e até a Prosodia de Bento Pereira. As edições de que tenho noticia, são as seguintes: Olisipone, apud Alexandrum de Siqueira 1592. Ibi, apud Antonium Alvares 1601. Ibi, apud Petrum Craesbeeck 1619. Ibi, apud Laurentium de Anvers 1643. Ibi, apud Ant. Craesbeeck de Mello 1677. Todas estas no formato de 4.º Sahiu ainda, ibi, apud Dominicum Carneiro 1694. fol. D'esta ultima cuidou o beneficiado Francisco Leitão Ferreira, como elle proprio declara nas Noticias Chron. da Univ. de Coimbra, pag. 570.”


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Referência: 1005CS034

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